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falando sobre quadrinhos com scott mccloud

March 6th, 2010 by chico | No Comments | Filed in literatura

“There are more diverse genres, more diverse creators, more gender-balanced (not as much as they should be, but we’re on our way), they’re more substantial in terms of literate content, they are more adventurous in terms of design, there’s more virtuosity in a variety of styles, there’s more exchange of ideas across national boundaries, there’s more personal work being promoted, there’s increased public perception for a variety of comics for a variety of different applications. Comics are being used for more things, read by more people, and have more of an essential importance to the culture, relevance to the culture, and effect on the culture than they ever have.” (na foto tem o link pro resto da entrevista)

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jurebaba no filme podescrer

February 28th, 2010 by chico | No Comments | Filed in cinema, música

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toda gente

February 4th, 2010 by chico | No Comments | Filed in elocubrações

E como era farol, a conversa recaiu sobre faróis.
Eduardo interpelou-me de chofre sobre a idéia que eu deles fazia.
- A idéia de toda gente, ora essa!
- Quer dizer, uma idéia falsa. “Toda gente” é um monstro com orelhas d’asno e miolos de macaco, incapaz duma idéia sensata sore o que quer que seja. Tens na cabeça, respeito a farol, uma idéia de rua recebida do vulgo e nunca recunhada na matriz das impressões pessoais.

- trecho retirado do livro Urupês, do Monteiro Lobato

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Bate-papo UOL Com Monja Coen

February 1st, 2010 by chico | No Comments | Filed in elocubrações

Íntegra do Bate-papo UOL Com Monja Coen. Primeira mulher a ocupar a presidência da Federação das Seitas Budistas no Brasil, Monja Coen percorreu caminhos inexplorados e realizou profundas transformações em sua vida para atingir seus objetivos. Inspirada na trajetória dessa pioneira, a terapeuta Neusa C. Steiner conta no romance biográfico “Monja Coen – A Mulher nos Jardins de Buda” as histórias dessa mulher de 60 anos, forte, decidida a seguir seu caminho e a não se assustar, superando as posições frágeis e submissas. Assista ao Bate-papo UOL com Convidados e saiba mais sobre a vida e obra da missionária da tradição Soto Shu – Zen Budismo, com sede no Japão. Monja Coen comenta romance biográfico sobre sua vida e conta como descobriu o budismo.

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A formação musical de Cartola (ou Cartola: Ano um)

January 11th, 2010 by chico | No Comments | Filed in o carioca

O sambista Cartola é considerado, com razão, como um dos grandes nomes da música popular brasileira. Muitos músicos, pesquisadores e entusiastas apontam a sua origem humilde e seu propalado semi-analfabetismo como forma de enaltecer sua obra musical. Outros estão contentes em dizer simplesmente que Cartola era um gênio. Dessa forma, acabam ignorando toda a trajetória de sua formação musical.

De acordo com o livro, “Cartola, dos Tempos Idos”, da pesquisadora Marília Trindade Barboza, Angenor de Oliveira, o Cartola, esteve em contato com a música e com o samba em suas várias formas desde criança, o que explicaria o talento do sambista.

“O micróbio do samba me foi injetado pelo velho (seu avô, Luís Cipriano Gomes). Eu era muito garoto quando saía com toda a família no Rancho dos Arrepiados. E com minha voz, que era boa, cheguei à ala do Satanás. Saímos eu, papai, que tocava cavaquinho profissionalmente no bando, minha mãe e meus irmãos”, disse Cartola, em 1977, ao jornalista Ronaldo Bôscoli, para a revista Manchete.

Ranchos eram parte da tradição carnavalesca do início do século XX. Essas agremiações eram cortejos descendentes das Folias de Reis, e foram bastante influenciados por festividades negras, como os Cucumbis e Congos, e por tradições musicais populares portuguesas. Nos ranchos, tocavam-se instrumentos de sopro e corda, não havendo instrumentos de percussão.

Foi nessa época, que Cartola começou sozinho a aprender a tocar cavaquinho. Ele aproveitava os momentos que seu pai, Sebastião, saia pra ficar mexendo no instrumento, procurando repetir o que ele e os instrumentistas do Rancho dos Arrepiados faziam.

Quando o avô de Cartola morreu, sua vida mudou radicalmente. Luís Cipriano Gomes era cozinheiro de Nilo Peçanha, o ex-presidente do Brasil, e quem praticamente sustentava a família. Com a morte do patriarca, tiveram todos que se mudar do conforto de Laranjeiras para o morro da Mangueira, que, segundo Cartola, “não devia ter mais de 50 barracos na época”.

No morro, o carpinteiro Sebastião fez Cartola começar a trabalhar, para ajudar com as despesas em casa. Este, arredio que era, não durava muito nos empregos e aproveitava esses períodos de folga para freqüentar as “bocas” da Mangueira, que eram casas onde se faziam as batucadas (danças e jongos para cultuar deuses afro-brasileiros).

Cartola deu o seguinte depoimento para O Globo, em 1972: “Samba duro e batucada é a mesma coisa. A gente fazia isso a qualquer hora, em qualquer dia. Juntavam umas vinte pessoas – homens e mulheres – e a gente começava a cantar. Apenas uma linha ou duas do coro e os versos improvisados. Isso é que é partido alto. Os únicos instrumentos eram o pandeiro, o violão e o prato e a faca (prato de comer e faca de cortar carne; a faca raspa o prato) e no coro as mulheres batiam palmas. Aí um – o que versava – ficava no meio da roda e tirava um outro qualquer. Aí dançando e gingando, mandava a perna. O outro que se virasse para não cair”.

Quando Cartola tinha 18 anos sua mãe, Dona Aída, morreu. Sendo ela que acalmava os ânimos de Sebastião em relação ao filho, o malandro logo foi expulso de casa pelo pai. Quando voltou para casa, Cartola descobriu que o pai havia abandonado a Mangueira, deixando um recado ao filho: “Vou-me embora deste morro, mas deixo aqui um Oliveira para fazer vergonha”.

O sambista então arranjou um barraco próprio e caiu na vida. Depois de alguns meses freqüentando a zona do meretrício, sem se alimentar direito, Cartola logo ficou doente. Dona Deolinda, vizinha de barraco, passou a cuidar dele, quase como uma mãe. Passado pouco tempo, ela se afeiçoou tanto a ele que abandonou o marido pra viver com Cartola.

Ao se recuperar, ele voltou a exercer a profissão de pedreiro, que começara a praticar quando tinha 15 anos. Nas horas de folga trabalhava como compositor e violonista nos bares locais, ao lado do amigo Carlos Cachaça e Gradim.

* continua num próximo post.

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bersuit – sr. cobranza

December 13th, 2009 by chico | No Comments | Filed in música

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O Golpe de Honduras em quadrinhos

December 3rd, 2009 by chico | 1 Comment | Filed in literatura
contaram todo o histórico do golpe de Honduras à Zelaya na forma de história em quadrinhos

contaram todo o histórico do golpe de Honduras à Zelaya na forma de história em quadrinhos

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Alice in Wonderland: An X-Rated Musical Comedy

December 3rd, 2009 by chico | No Comments | Filed in cinema

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a máscara do zorro

November 27th, 2009 by chico | No Comments | Filed in o carioca

hoje fui num show da banda sinfonica do exército no carlos gomes, tocaram braguinha, tom jobim, tchaicovsky e finalizaram com a mascara do zorro do james horner. foi demais ver aquele velhinho com a calça lá em cima, com o cinto acima do umbigo, regendo os militares. um tava quase dormindo, outro com a postura ereta pra caralho. a platéia vazia mas atenta e as luzes todas sobre eles, como deve ser. a moça da harpa só tocava de vez em quando, mas ficava atenta, e as vezes nem dava pra ouvir a participação dela. outra moça era uma morena muito bonita.

as vezes eu fechava os olhos só para ouvir melhor os movimentos, perceber a cadencia da música. o maestro falava com a voz para dentro: “agora, é a musica tal”. e se virava para a banda. nao estava vestido como tal, e a unica coisa que o identificaria como maestro fisicamente era o parco cabelo que balançava nos movimentos, pq aquele cara podia ser o tio de qualquer um daqui.

e com voces, a mascara do zorro:

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Balloon Bass and Box

November 26th, 2009 by chico | No Comments | Filed in internet

* do Danilo

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