A TV brasileira sempre abriu espaço aos programas para a dona-de-casa. Pautas sobre assuntos femininos, beleza, cosméticos, saúde, orçamento familiar, educação dos filhos e, principalmente, culinária. Ofélia, Ana Maria, Cátia Fonseca, Ione e Claudete, Silvia Poppovic, Olga Bongiovani, são apenas alguns dos nomes que ficaram famosos entre as mulheres que trabalham em casa. Há cerca de 10 anos, apareceu na TV um novo nome: Palmira Onofre.
Palmirinha, como é mais conhecida, é uma espécia de avó genérica como eu costumo dizer. É fácil se identificar com ela e reconhecê-la como alguém da família, uma tia, ou uma vizinha mais velha. Seu linguajar, quase folclórico, é direto e muitas vezes distante daquilo que se chama de “qualidade”. Está aí, o motivo de seu sucesso entre o público: ela não é um produto telivisivo. Suas receitas falham, ela esquece os ingredientes, é algo bem próximo da vida real da telespectadora.
Nesta semana, ela esteve no programa do Jô Soares e fez uma das melhores entrevistas em anos: engraçada, triste e emocionante. Vai virar história.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
A japinha apavora no bike drift. Mas na primeira vez não rolou.
Primeiro veio o moleque.
Aí, a menina tentou.
Na segunda tentativa ela apavorou!
Eles cresceram. E sempre foram melhores que o Kings of Leon, aquela boyband que toca country-rock.
Fizeram uma série atualizada do Fantasma.
No Brasil já tá rolando.
Quem disse que comida congelada precisa ser sem graça? Olha só o material que o pessoal do Coletivo 095 fez para a Stoll&Stoll.


