Tava na hora de alguém dar uma retaliada nesse “humor inteligente”, vulgo “humor-universitário”, do povo do CQC. Só pode haver um tipo de humor: o engraçado. Se não tem graça, não é humor. Sorry. E isso não tem nada a ver com ser politicamente in/correto. Outra coisa, ou você é humorista, ou você é jornalista. Os dois ao mesmo tempo fica difícil. Ainda mais quando as figuras também atuam como garotos-propaganda.
Há uns 20 dias o Rafinha Bastos falou no seu show de talentos que “toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia… Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus”. Hoje me deparei com a foto abaixo, no Matias, de um pixo no bar/teatro que o Rafinha é sócio. Mandaram muito bem!






