Tá ligado no passinho, né? Não? Trata-se do maior fenômeno de dança brasileira propagada via internet (pelo YouTube, na real). Ainda é um fenômeno tipicamente das periferias cariocas, mas aos poucos está chegando em outros estados. Na minha definição, é um break do século XXI, pois, além da influência da dança do hip hop, tem funk carioca, samba, dança afro e frevo misturado no passinho.
Esse aqui parece ter sido o vídeo pioneiro:
E agora, tão fazendo um documentário sobre os moleques:
18 histórias, 18 vidas de líderes, guerreiros, artistas que com garra e talento se tornaram celebridades passando pelo duro reality show do dia a dia. Reis da Rua pretende trazer luz esses diamantes e histórias maravilhosas ainda encravados em suas comunidades. Iremos apresentar para a grande audiência a vida simples e heróica desses que certamente são merecedores do titulo de “majestade”.
Começa dia 29/8 na TV Cultura. Promete.
O DJ Rhettmatic fez um mix somente com músicas do Stevie Wonder. Ficou classe demais! Dá para fazer o download aqui.
I was thinking of doing a mix on James Brown, but I realized that no one can do a James Brown mix better than my brother & fellow Beat Junkie, J.Rocc, so scratch that. I thought of doing one on Ghostface Killah, but I already did one a few years ago for the Ghostface Killah doll. Strike number 2! Last but not least, there’s the legendary Stevie Wonder. I know that Dj Spinna & Bobbitto Garcia aka Cucumber Slice are the masters when it comes to Stevie’s catalogue, but I actually made a mix that was a birthday gift for a good friend and was a big Stevie Wonder fan. I listened to the mix again a few weeks ago and I actually like how the mix came out. So I thought to myself, why not share it with people and also celebrate Stevie’s birthday….I just added an intro to the mix, and what you have now, is “Wonderlove”.
…ou a música que o Daft Punk genialmente sampleou em “Robot Rock”.
Por que ao invés de colocar a insonssa Fran – sem nenhuma foto de nu frontal – a Playboy não colocou a Valesca na capa da edição de junho?
O argumento mais razoável é que eles vão ganhar dinheiro duas vezes: com essa edição especial e com a revista do mês. Para mim, a explicação é outra. Valesca é fenômeno popular, do povão, mas ainda não foi digerida pela classe média que compra a revista. Sendo assim, só vai ser capa da revista mensal quando ultrapassar a fronteira do “bom-gosto”.
Caraca! Que coisa bem produzida – o clipe e a música – nem parece do Brasil, infelizmente. Fico contente que tenha um povo preocupado em produzir algo legal em termos de funk carioca.








