Correndo o risco de ficar monotemático…
É a expectativa pelo show…
Pra lembrar que ela também manda benzaço.
“Banda sueca” é o “cinema iraniano” dos anos 00.
Logo hoje que eu resolvi subir uma porrada de fotos, o Flickr me resolve fazer reparos na database e além de apagar uma porrada de fotos, perdeu todos os nomes e descrições das que ficaram. Haja criatividade pra escrever tudo de novo, hein…
Uma das boas do fim de semana em casa foi o “documentário” sobre o Kurt Cobain, About a Son. Documentário assim, entre aspas, porque se trata na verdade da hora e meia extraída de um bruto de mais de 25 horas de entrevista em fita, concedidas por Kurt ao jornalista Michael Azerrad para o livro Come As You Are: The Story of Nirvana.
Outro que, assim como o livro do post abaixo, vale mais pra fã que pro seu espectador cotidiano. As imagens nem fazem muito sentido, muito menos trazem raridades de arquivo, ou ousam de alguma forma com a linguagem. Talvez valesse mais como um CD bônus com o livro ou coisa assim.
Terminei de ler ainda no finzinho do ano passado um livro que me foi presenteado pelo grande comparsa Alexandre Matias: A Simple Twist of Fate: Bob Dylan and the Making of Blood on the Tracks.
O livro reforça a teoria de que Bob Dylan é um gênio, e que Blood on the Tracks é um discaço – até aí, nada de novo. O interessante é que os autores – um deles, Kevin Odegard, guitarrista no disco – resgata os acontecimentos por trás das duas principais sessões de gravação.
Então temos um Bob angustiado pelo divórcio, histórias de bastidores, um relato über-nerd (graças aos depoimentos dos produtores de ambas as sessões) sobre como cada faixa foi gravada, e um resultado final inacreditável.
O livro só vacila ao tentar canonizar os músicos da primeira sessão, por terem visto 5 faixas serem regravadas, e os da segunda, por nunca terem sido creditados no encarte. Um esforço completamente válido, mas que em texto soa pedinte demais.
Outra teoria que o livro tenta emplacar é que, se não fosse por “Lily, Rosemary and the Jack of Hearts”, esse seria o melhor disco do Bob Dylan. O que nem é verdade, exceto pela parte de que a música é a mais fraca do disco – vale pela excentricidade e psicodelia da letra. Mas aturar 9 minutos é foda.
Como qualquer bom livro de música, o livro desperta uma vontade desesperadora de ouvir o mesmo artista e, no caso, disco em loop. Vale pra quem já é fã e quer conhecer mais o disco – que é mesmo o assunto principal no texto, e não a separação e o sofrimento de Bob Dylan.
Quem não curte (hereges!) provavelmente não mudaria de opinião com um livro que enumera até tipo de microfone e posição usados.
Uma das paradas que mais me incomoda nessa minha temporada em São Paulo é a incapacidade do paulistano de servir uma coxinha decente. Aliás, é costume por aqui – ultraje! – esquentar a coxinha no MICROONDAS. Deprê.
É uma galera metódica, percebe-se. Em qualquer lugar que eu vou, as coxinhas ficam em pé, com a parte gorda pra baixo, e a parte fina pra cima. Claro, cabe mais. Só não perceberam ainda que isso queima um lado da coxinha, e deixa a outra ponta fria. Porra galera, deitada, pra distribuir o calor, né?
Sempre que eu reclamo das coxinhas vagabas de São Paulo, me respondem que eu tenho que ir no Frangó. Acredito que a coxinha deve ser do caralho mesmo, mas na boa, catar pico longe pacas pra comer uma coxinha gourmet é o cúmulo. A do Fornalha é espetacular e você acha um a qualquer hora da madrugada, em qualquer ponto de Copacabana.
No Rio dá pra sacar perfeitamente o quão luxuoso é bairro onde você está pelo preço da coxinha. No Centro, 1 real. Chegando em Botafogo, 1,50 ou 2, dependendo de onde você tá, Em Copa, dois reais. Em Ipanema, não rola coxinha a menos de 2,50, e no Leblon, 3,50.
Mas a melhor continua sendo a do Fornalha. Sério, se nego abrisse um desses aqui em SP ia ficar milionário.
Você escolhe uma banda e responde tudo com nomes de músicas dela.
funkadelic
- Você é homem ou mulher?
i got a thing, you got a thing, everybody’s got a thing
- Descreva-se:
standing on the verge of getting it on
- O que as pessoas acham de você?
some fresh delic
- Como descreveria seu último relacionamento amoroso?
red hot mama
- Descreva sua atual relação com seu namorado ou pretendente:
i call my baby pussycat
- Onde queria estar agora?
comin’ round the mountain
- O que pensa a respeito do amor?
if you don’t like the effects, don’t produce the cause
- Como é sua vida?
one nation under a groove
- O que pediria se pudesse ter apenas um desejo?
i wanna know if it’s good to you
- Escreva uma frase sábia:
if you got funk, you got style
- Agora se despeça
take your dead ass home