cada vez mais feios.





veja todos os grafismos olímpicos desde 1896.
então, já falamos aqui sobre a tal da acta, e o negócio tá rolando.
paralelamente, outras forças do lado negro se movimentam para fechar o cerco a ‘pirataria’ do pior jeito possível.
aqui no brasil o azeredo fez uma lei absurda, e pelo jeito, ficou por isso.
a real é que conforme você acompanha, menos vontade de falar sobre o assunto você tem, vendo que tudo indica para o pior e mais surreal dos mundos.
tem também as rádios online, que estão sendo sufocadas desde 2002.
(ainda vou publicar aqui uma humilde coluna que assinei na extinta-nati-morta [injustamente, é verdade] revista frente [bons tempos!]. me cobrem depois.)
por isso, não vou mais tratar do tema por aqui, simplemeste porque só me desmotiva. é deprê.
siga os últimos links que deixarei para posteridade:
caso encerrado.
Imposição de cotas na TV paga vira problema menor para o setor
Em painel de debate realizado hoje na feira de TV por assinatura (ABTA) em Sampa, o presidente do segmento, Alexandre Annenberg, chegou a ser aplaudido por parte da platéia. O apoio foi puxado por alguém que concordava que “a carga tributária ” no Brasil é muito alta, justificativa de Annenberg para a acusação do deputado Jorge Bittar (PT-RJ) de que o custo da TV paga aqui, para o consumidor final, é troppo salgada em relação a outros países.
Annenberg bateu de novo contra a imposição de cotas para produção independente, com argumentos que foram facilmente rebatidos por Fernando Dias, ali representando o mercado das produtoras independentes. Dias ressaltou a alta qualidade do audiovisual nacional independente, citou o reconhecimento mundial à publicidade brasileira e o fato de 6, entre as 12 últimas indicações brasileiras à premiação do Emmy, serem fruto de produção independente.
Annenberg então mudou o disco.