Archive for January, 2009

Posted by failman at 29 January 2009

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descobri esta semana que a telefonica está combatendo o traffic shapping e apoiando a pirataria.

ousado, mas sou pró.

enquanto isso, uma interessante discussão nos comentários de um post d’o velho sobre o tema.

ao contrário do que eu esperaria, o velhote se posicionou a favor da limitação do tráfego e da banda, mesmo concordando que a sensação é a de ser castrado.

atualização:
telefonica voltou atrás e desistiu de apoiar a pirataria e um boicote ao traffic shaping. típico de empresas míopes e que defendem valores nos quais não acreditam, tipo ‘desfrute o progresso’.

odeio a telefonica.

atualização 2:
Ministério Público move ação de R$ 1 bi contra Telefônica por danos aos consumidores

O Ministério Público de São Paulo, por meio da Promotoria de Justiça do Consumidor, ajuizou nesta terça-feira ação civil pública de R$ 1 bilhão contra a Telefônica. Na ação, o órgão pede a condenação da empresa por danos a “milhões de consumidores nos últimos cinco anos”. A ação tramita na 40ª Vara da Fazenda Pública.

O Ministério Público pede o ressarcimento dos danos materiais e morais causados em razão “da má qualidade dos serviços prestados e por violações dos direitos dos usuários”, como demora e descaso no atendimento de reclamações. A indenização é calculada em R$ 1 bilhão, valor a ser revertido ao Fundo de Reparação de Interesses Difusos Lesados.

Procurada pela Folha Online, a Telefônica não se pronunciou e explicou ainda não ter sido notificada da ação.

Na visão dos promotores de Justiça João Lopes Guimarães Júnior, Paulo Sérgio Cornacchioni e Eduardo Ferreira Valério, a acusação contra a Telefônica se torna ainda mais grave por conta de a empresa ser concessionária de serviços públicos essenciais (telefonia, banda larga e TV a cabo).

Entre os problemas apontados pelos promotores estão interrupções e falhas na disponibilidade, cobranças indevidas, não atendimento das solicitações de mudanças de endereço, de reparos, de alterações contratuais e de cancelamentos.

As bases da ação vêm de dados do Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que apontam a Telefônica na liderança de reclamações em rankings próprios e em dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, do Código Civil, e da Lei de Concessões.

“Somente na Justiça paulista tramitam mais de 18 mil processos contra a Telefônica, volume correspondente ao número médio de processos acumulados em seis varas cíveis”, destaca a ação em determinado trecho.

A Promotoria de Justiça do Consumidor argumenta ainda que “são notórios os apuros enfrentados diariamente pelos consumidores decorrentes da má prestação de serviços pela empresa e do mau atendimento quando providências são solicitadas”. Entre os relatos mencionados há até mesmo linha telefônica destinada a atendimento de emergência (193), como denunciou o Comando do 18º Grupamento de Bombeiros da Polícia Militar.

“Simples solicitações de providências pelos canais de comunicação da Telefônica sujeitam o consumidor a verdadeiro martírio”, descrevem os promotores na ação. “Funcionam muito mal os meios disponíveis para o atendimento ao público que procura a empresa em busca de solução para os mais diversos problemas ou necessidades relacionados ao cumprimento dos contratos. Os consumidores encontram dificuldades inaceitáveis, relatam que inúmeras chamadas telefônicas demoradas são necessárias, com diversos atendentes, sem que o enorme tempo despendido resulte em soluções satisfatórias”, acrescentam.

Os promotores afirmam que “a inadequação, a irregularidade, a descontinuidade, a ineficiência, a descortesia e o desrespeito aos direitos dos usuários, que infelizmente vêm caracterizando a autuação da ré (Telefônica), implicam em descumprimento da lei, e por isso projetam consequências jurídicas”.

Concentração

A ação toca ainda em outro ponto polêmico do setor de telecomunicações: a concentração de mercado. “A situação para o consumidor se agrava porque a Telefônica presta serviços públicos na condição de concessionária em mercado caracterizado por forte concentração, que propicia pouca ou nenhuma opção por concorrentes”, diz o texto.

Na avaliação do Ministério Público, muitas vezes os assinantes, sem possibilidade de optar por outro fornecedor, e sem poder abrir mão dos serviços essenciais, se veem na condição de “verdadeiros reféns da empresa”. Sobre isso, o órgão avalia que tal situação “desestimula o esforço da ré no aperfeiçoamento de seus serviços e na procura da plena satisfação de seus clientes”.

Posted by failman at 28 January 2009

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abril sux

Posted by failman at 27 January 2009

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FORA BATTISTI

Posted by failman at 26 January 2009

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Posted by failman at 23 January 2009

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google resolve não engolir invasão de privacidade imposta ilegalmente e entra no stf contra contra ministério público e polícia civil.

Posted by failman at 23 January 2009

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Posted by failman at 23 January 2009

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blog curioso de três portugueses que moram a trabalho nos arredores de luanda, angola.

Posted by failman at 20 January 2009

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Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profunda, é a perda de vitalidade da confiança em nossa terra – um medo persistente de que o declínio dos Estados Unidos é inevitável, e de que a próxima geração precisa reduzir suas metas.

Hoje digo a vocês que os desafios que encaramos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão enfrentados com facilidade ou em um período curto de tempo. Mas saibam disso, Estados Unidos: eles serão enfrentados.

Posted by failman at 20 January 2009

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“PONDERADO” E “EXCEPCIONAL”
Por Soninha

    É hora de rever o relatório do grupo que aprovou a candidatura do Brasil para a Copa -e de se re-espantar

ESTIVE REVENDO o relatório do Grupo de Inspeção da Fifa que avaliou a candidatura do Brasil à Copa-2014. Mesmo acostumada a ler e a ouvir muita papagaiada, ainda me espanta a cara-de-pau.

O presidente do grupo, Hugo Salcedo, escreve, na apresentação do “informe ponderado”, que “as apresentações das cidades foram profissionais e apaixonadas e nos permitiram atestar perfeitamente o potencial de cada uma”.

Os membros do grupo são cumprimentados efusivamente por produzir um informe “excepcional” a partir de visitas-relâmpago (cinco cidades em cinco dias) e a apresentação de 13 Powerpoints… “Excepcional” também foi o adjetivo escolhido para a Copa que o Brasil “é muito capaz de organizar”. Quanta ponderação.

Alguns destaques do resumo da candidatura: “Estádios – Foram apresentados 18; 14 a reformar e 4 a construir”; “Transporte – A infraestrutura de transporte aéreo e urbano cumpriria facilmente (sic!) as exigências da Copa”; “Legado – A construção ou reforma de alguns estádios não acontecerá se a Copa não for concedida ao Brasil” (verdade; duro é considerar que esse é um ponto favorável à candidatura do “país do futebol”).

Assim como às vezes o título de uma matéria jornalística se choca com seu conteúdo, o resumo entusiasmado passa por cima de ressalvas feitas no próprio relatório. A estimativa de receita, por exemplo, prevê a venda de 3 milhões de ingressos.

Probleminhas apontados:

1) “Será necessário que se esgotem os ingressos para todas as partidas das 32 seleções, mas a preços consideravelmente maiores dos que o público brasileiro está acostumado a pagar”.

2) A Fifa e o Comitê terão de “chegar a um acordo” sobre essa receita, visto que “todos os direitos sobre a arrecadação pertencem hoje à Fifa”. A Divisão de Finanças da Fifa, aliás, parece ser a mais cuidadosa.

Na parte que lhe cabe, ela estranha: “ao contrário de candidaturas anteriores, não há evidencias de respaldo do setor privado através do patrocínio da candidatura. Pode ser que o Comitê não tenha, deliberadamente, procurado apoio financeiro das empresas do Brasil. Mas (…) aparentemente recebeu um bom aporte da associação membro”. “Aparentemente”? Quanta clareza!

Ao detalhar as propostas das 18 cidades candidatas, o relatório informa que “quase todos os planos (…) são sumamente profissionais” (quase!), mas, como “oito ou dez serão selecionadas”, tudo bem. E ao descer aos detalhes do “transporte urbano”, o relatório afirma no rodapé: “*Estas cidades não têm capacidade adequada para se converterem em cidades-anfitriãs”. Categórico, não?

Mas apenas em letras miúdas! (As cidades com o * são Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis, Maceió, Natal e Rio Branco). Teria escapado?

Ainda há muito o que dizer, mas meu tempo acabou hoje e “para sempre”. Esta é, até prova em contrário, minha última coluna na Folha, que compreensivelmente prefere não ter uma colaboradora com minha nova função. Continuarei cornetando na ESPN e no blog -se aparecer de novo no jornal, espero que sejam boas notícias, mas essas não costumam ter muito cartaz…

Até mais.

Posted by failman at 20 January 2009

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OLIMPÍADA S/A
By Paulinho

Carlos Nuzman e Orlando Silva são os gestores no uma nova empresa.

Olimpíadas S/A.

Sem dúvida é a mais lucrativa do Brasil.

Isenta de impostos e de resultados finais ela vende o sonho para o povo brasileiro.

O produto atual são as Olimpíadas de 2016.

Evidentemente não tem a menor chance de entregarem o produto negociado.

Mas para eles isso não é problema.

O que importa é faturar.

Milhões são gastos apenas no projeto.

Enquanto houver Olimpíada a empresa continuará funcionando.

Que venham os projetos de 2020, 2024, 2028…

Posted by failman at 20 January 2009

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o buscapé.com presta um serviço porco e, não bastasse isso, impõe a visualização de popups. não use!

popups em pleno 2009 é prova mais do que suficiente de que os donos do site não tem competência e conhecimento de internet para levar essa operação.

para evitar essa palhaçada, faça como eu: boicote serviços ruins e precários como o buscapé.

Posted by failman at 16 January 2009

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Posted by failman at 16 January 2009

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Posted by failman at 14 January 2009

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Posted by failman at 13 January 2009

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