(…) segue a insistência oficial na tese furada de culpabilizar o usuário. Se estivessem certos, o ocidente inteiro, da Europa às suas ex-colônias, estaria tomado por milicias com armas do exército disputando esquinas. O consumo e tráfico de drogas no resto do Planeta é tão intenso e ilegal, mas por lá não existem fuzis e metralhadoras nas mãos de atacadistas e varejistas da droga como aqui.
O que acontece no Balneário de San Sebastián não é simplesmente a confusão entre um problema de saúde pública e um problema policial. Aqui, foi o próprio poder público que forneceu as condições para a existência desses grupos, através da sua ausência. Aqui, foi o próprio poder público que armou essas quadrilhas, diretamente ou não. Transferir esse processo histórico e essa culpabilidade aos dois neurônios do maconheiro do Nove e ½ é uma solução fácil, comprada por parte da grande imprensa e por partidários do pensamento automático, tão em voga por aqui.
Faço um rápido exercício: imaginemos que, desde sempre, não houvesse droga ilegal nesse país. Ou, ainda, que não houvesse qualquer droga. O que fariam os que hoje empunham as armas uns contra os outros? Onde trabalharia esse gigantesco exército de reserva? Jogariam amarelinha no topo dos morros?
If you read Time Magazine, you probably read it online. I don’t typically read it — but last week was different. The cover story caught my attention. “How to Save Your Newspaper” (…) The questions shuffling through their offices, and the offices at the Grey Lady, are voluminous and difficult: How do maintain subscription and newsstand revenue when news and analysis is ubiquitous at the click of a mouse? How do we ensure advertising revenue when Google and Craigslist offer a better value proposition? What happens if our online ad revenue rates crater? One can hear the panic behind every answer.
There are no answers to those questions – at least not answers which publishers wish to hear. That’s the bad news. The good news:
Time, the Times, and all the rest are simply asking the wrong questions.
The questions they should be asking is much more fundamental: Why did their business model – newsstand sales, subscriptions, and advertising, to use Mr. Issacson’s word choice – work? Why did it stop working? And how do we go back?
It will happen at any time of the day and at any point in the world. (…) Free news isn’t going to kill old media but it’s reliance on the old methods of supporting outdated and expensive methods of packaging the news is what will kill them. After all you can’t kill off something that is free.
O The Rocky Mountain News, de Denver, no Colorado, circulou pela ultima vez na 6a feira. Alem do jornal do dia, saiu com uma ediçao especial de 52 páginas que despediu-se dos leitores com um ‘Goodbye, Colorado‘ (…) O diário disse adeus – depois de 150 anos e vários prêmios Pulitzer – alegando que sua controladora, a E.W. Scripps Co, viu pouca perspectivas para o negócio, diante do agravamento dos prejuízos.
Quase 80 dias se passaram desde a eleição de Obama e a sua posse. Também correram quase dois meses entre o aprofundamento da crise, em setembro, e a eleição do democrata. No entanto, o plano para os bancos anunciados ontem torna o PAC de Lula e suas PPPs (Parcerias Público-Privadas, ou “Público-Paradas”) um primor de detalhamento perto do que foi apresentado.
A pretensão norte-americana é movimentar mais de US$ 2 trilhões com o novo plano, mas as quantias minimamente detalhadas chegam a pouco mais de US$ 500 bilhões. Ninguém (nem os jornais especializados) entendeu direito os valores e como serão empregados.
(…) Linux is what Windows had once promised to be – at least in terms of cross-platform support. In the wake of the PowerPC alliance from IBM, Apple, and Motorola in 1991, Microsoft made a commitment to support Windows NT 3.51 on PowerPC chips. Windows eventually added support for Digital’s Alpha NEC’s and SGI’s MIPS chips. Workstation maker Intergraph ported Windows NT 3.51 to its Clipper chips and said it was creating a port to Sparc chips from Sun. Neither ports saw the light of day.
Windows NT 4.0, which came out in 1996, only supported nothing more than f32-bit x86, Alpha, and MIPS chips, and by the turn of the millennium, only x86 chips were supported. (Interestingly, the PowerPC alliance also lined up IBM’s OS/2 and AIX Unixes – the OS/2 was never delivered – and even Sun Microsystems’ SunOS Unix was slated for the PowerPC chips. IBM also ported its OS/400 minicomputer operating system to the 64-bit variants of PowerPC).
While Microsoft has expanded support to cover Itanium processors – mostly at the urging of Hewlett-Packard, Intel’s Itanium development partner and the one with the most to gain from Windows-on-Itanium for its high-end Integrity servers – Microsoft has not made good on the initial cross-platform promises for Windows server. Microsoft has suffered from this, but not as much as Intel has been helped.
Em painel de debate realizado hoje na feira de TV por assinatura (ABTA) em Sampa, o presidente do segmento, Alexandre Annenberg, chegou a ser aplaudido por parte da platéia. O apoio foi puxado por alguém que concordava que “a carga tributária ” no Brasil é muito alta, justificativa de Annenberg para a acusação do deputado Jorge Bittar (PT-RJ) de que o custo da TV paga aqui, para o consumidor final, é troppo salgada em relação a outros países.
Annenberg bateu de novo contra a imposição de cotas para produção independente, com argumentos que foram facilmente rebatidos por Fernando Dias, ali representando o mercado das produtoras independentes. Dias ressaltou a alta qualidade do audiovisual nacional independente, citou o reconhecimento mundial à publicidade brasileira e o fato de 6, entre as 12 últimas indicações brasileiras à premiação do Emmy, serem fruto de produção independente.