Posts Tagged ‘donoevil’

Posted by failman at 28 October 2008

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Google Repeats Itself: Give Us Your Data, But We Won’t Tell You How Google Works or Give You Control

Ben Gomes, a Google engineer, blogged lightly about the “experiment” on Tuesday.
(…)

In an 850-plus word post, it’s good to know that Google will spend 22 to tell us that (a) they’re collecting data and (b) they aren’t going to share it with us. That is, they don’t value your privacy — everything you do, they’re watching; and they don’t value transparency — they’re going to keep all that information, all their code, and all their algorithms under lock and key.

Posted by failman at 28 October 2008

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é mito:

Debunking the Google Earth Censorship Myth

“There’s a persistent Web meme to the effect that Google obscures sensitive or top-secret locations in Google Maps and Google Earth at the insistence of national governments. A July IT Security article promoted on Digg, ‘Blurred Out: 51 Things You Aren’t Allowed to See on Google Maps‘, revived this notion. But the article has been widely criticized, and I did some fact-checking this week on the six Boston-area locations mentioned in the IT Security list. As it turns out, not one of the allegedly blurred locations has degraded imagery in Google Maps, as my screen shots demonstrate. My post looks into the sources of the misleading IT Security piece, and of other mistaken rumors about Google Maps.”

Posted by failman at 14 October 2008

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Adeus à privacidade na rede

Não importa se o usuário está abrindo um canto no Blogger, enviando um vídeo para o YouTube, usando um editor de textos no Google Docs, armazenando seu histórico médico no Google Health ou instalando o Chrome, todos acabam no porto californiano que é esse centro de privacidade que só reconhece a jurisdição de Mountain View, EUA, e onde não se sabe muito bem o que se faz com os dados.

O negócio dos dados é muito mais rentável do que um usuário pouco informado possa imaginar. Um dado isolado não vale nada; os dados que um usuário gera ao usar todos esses serviços não têm preço. Seu cruzamento permite saber o que ele busca, quando e de onde se conecta, com quem fala e sobre o quê, onde passará as férias ou se vai assassinar seu cônjuge, como no caso de Melanie McGuire, descoberta e condenada à prisão perpétua por ter cometido o deslize de procurar no Google “veneno indetectável”.

Quanto mais dados se cruzam, mais preciso é nosso retrato digital. Por isso a legislação espanhola e da Comunidade Européia, que a Google não aplica a seus usuários espanhóis, proíbe a cessão de dados entre empresas do mesmo grupo sem consentimento, obriga as companhias a dizer que informação tem de seus usuários e para que a usa, cancelando-a quando não é mais necessária. Tudo isso para que o dono desse retrato holográfico decida o que permite que se faça ou não com seus dados.
Essa queixas sobre a política de privacidade da Google não são novas.

atualizando:

Some worry that Google knows too much

Posted by failman at 27 June 2008

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contratado pela google, ‘jornalista’ é acusado de bisbilhotar papéis sigilosos da cpi da pedofilia:

Preso em CPI diz trabalhar para o Google

A polícia do Senado prendeu, nesta quinta (26), um jornalista acusado de ter acesso de forma ilegal a documentos sigilosos da CPI da Pedofilia. Rildson Moura foi flagrado pelo circuito de câmeras do Senado mexendo em documentos da CPI que só podem ser lidos por senadores. Abordado pela polícia da Casa, Rildson disse que era jornalista e fazia pesquisas a pedido do Google, para onde enviaria um relatório sobre o trabalho da CPI. A prisão de Rildson foi confirmada pelos assessores de Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia.

(…)

Rildson Moura é funcionário da empresa Arko Advice. No site da Arko (…) A assessoria do Google no Brasil explicou que a empresa de fato contratou a Arko para acompanhar as discussões sobre internet e legislação que ocorrem em Brasília, mas nega que Rildson tenha agido a pedido do Google.

notícia da agência câmera complementa as informações:

Google mais uma vez na mira da CPI da pedofilia

Magno Malta achou estranho o comportamento do suposto jornalista. “Acho muito chato isso”, desabafou. “A própria Google tem de se manifestar sobre isso. E ele mexendo em documentos sobre a mesa? Nunca vi nenhum jornalista vir aqui e mexer em papéis”, questionou o senado, em entrevista à Rádio Senado.

Moura estava usando um crachá da Câmara dos Deputados vencido em 2005. “Quero que ele seja identificado e que se apure a serviço de quem ele está. Quero saber por que ele estava mexendo em requerimentos da CPI, pensando que ninguém estava vendo”, afirmou Magno Malta.

À Polícia do Senado, Moura afirmou que buscava informações sobre a pauta da CPI da Pedofilia que seria votada na reunião. Ele explicou também que gravaria todas as atividades relacionadas à CPI para enviar para a direção da Google, em São Paulo. Após ser identificado e prestar esclarecimentos, ele foi liberado, mas poderá ser chamado para novas averiguações.