"They say we can love who we trust / But what is love without lust? / Two hearts with accurate devotions / but what are feelings without emotions?"

21
jul09

White Box, por Makoto Yabuki

Por marciok em Filmes, Geral às 8:12 pm

Simples e lindo.

13
mai09

Cupid 2009?

Por marciok em Filmes, Geral às 8:57 pm

Só agora que fui notar que está rolando um remake de “Cupid”? Que o autor é o mesmo, Rob Thomas, mas sem o Jeremy Piven e a Paula Marshall nos papéis principais? Heresia.

Cupid entra na categoria dos seriados-mulherzinha para a maioria das pessoas, que só olhavam o tom romantiquesco da história. Que, mesmo assim, era pouco convencional – Trevor Hale (Jeremy Piven, mestre, talvez no melhor papel de sua vida) é uma pessoa que acha que é o Cupido em pessoa, expulso do Olimpo por Zeus e tendo seus poderes retirados, por causa de sua arrogância; e que para voltar ao Olimpo, ele precisaria juntar 100 casais na Terra. Claro, foi internado como louco, e a Dra. Claire Allen (Paula Marshall, uma das coisas mais lindas que já passou por uma tela de televisão) toma para si a responsabilidade de cuidar do paciente.

A inteligência do roteiro começa com uma indefinição que vai se construindo durante os episódios: se Trevor realmente é maluco, pois com o tempo ele realmente vai conseguindo unir os casais que ele vai encontrando. Há a óbvia tensão sexual entre Trevor e Claire (totalmente feita de implicâncias e sutilezas, onde o talento da dupla de atores brilhava), mas Trevor acredita que se fizer sexo com uma mortal, ficará confinado na Terra – claro que o desenvolvimento óbvio é ele começar a considerar seriamente a hipótese.

O roteiro era cheio de tiradas sensacionais, e longas frases e diálogos inteligentíssimos – aproveitando a maior qualidade de Piven, que é a extrema expressão que transmite com palavras. As soluções para os romances e as conversas que Trevor tinha com os casais que tentava unir eram de qualidade textual acima da média, poucas obviedades. Os finais felizes (nem sempre) acabavam bem costurados, e garantindo as lágrimas dos mais sensíveis, mas sem ofender os neurônios do espectador.

Talvez veja alguns dos episódios desse remake. Mas certeza que não se comparará ao original – junto com Normal, Ohio, duas das séries mais subestimadas que conheço.

promo01

14
abr09

The Subways – Rock & Roll Queen

Por marciok em Filmes, Música às 11:10 pm

Duas boas surpresas:
- Achei perdida nos meus mp3 uma música que eu vinha procurando faz meses (sim, estava precisando de uma geral nas minhas músicas);
- Vendo Rock’nRolla, do Guy Ritchie (bottom line: igual aos outros dele, mas pior), e perto da uma hora de filme, aparece uma banda tocando uma PEDRADA. Refrão escutado, letra dele no Google, música localizada.

The Subways – Rock’n Roll Queen. Sensacional.