Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais

5/12/2009

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The Byrds – Voando rumo ao sul

9/09/2009

* Texto publicado originalmente em 20 de agosto de 2002, no e-zine 700km, edição #82, seção “Música para a juventude”. Republicado agora sem revisão.

Todos conhecem e reconhecem a importância dos Beatles. Os Beach Boys e os Rolling Stones também têm seu valor. E quanto aos Byrds? Nem todos se lembram da banda que lançou David Crosby, Gram Parsons e Roger McGuinn, e fez do folk o híbrido perfeito entre o country e o rock’n'roll.

A banda surgiu em 1964, na ensolarada Los Angeles, Califórnia, apenas alguns quilômetros acima dos Beach Boys – que, a essa altura, já tinham emplacado singles e álbuns nas paradas da Billboard. Mas ao contrário dos rapazes de San Diego e sua sonoridade praiana, os Byrds rumavam em direção ao centro-sul dos Estados Unidos, em algum lugar entre plantações de algodão, cachoeiras e ovelhas.

Naquele ano, a “British Invasion” já tomava força total, e ninguém desbancava os Beatles e os Rolling Stones dos primeiros lugares sem muito esforço e talento. O rock ia, aos poucos, deixando de ser o som da moda para se transformar em um estilo consolidado, e sua evolução era visível. Ao mesmo tempo, despontava em Bob Dylan uma vertente folk tão influente quanto as guitarras de Lennon e Harrison e as harmonias dos irmãos Wilson.

Nesse caldeirão de influências, Roger McGuinn e inconfundível Rickenbacker de 12 cordas se uniram a David Crosby e Gene Clark, dois músicos já relativamente experimentados no meio folk acústico, mas pouco habituados aos instrumentos elétricos, e assim nasciam os… Beefeaters! Os “Comedores de Carne” só virariam Byrds com a chegada do baterista Michael Clarke, e do baixista Chris Hillman – que nunca tinha tocado contrabaixo elétrico na vida, mas conhecia bem as cordas do mandolim que tocava em uma banda de bluegrass.

Seu primeiro álbum, “Mr. Tambourine Man”, já carregava a clara influência de Dylan no título. O cover da canção também abria o disco, e o autor era reproduzido em três outras faixas: “Spanish Harlem Incident” e os hits “All I Really Want to Do” e “Chimes of Freedom”. Gene Clark assumia o posto de principal letrista com “I’ll Feel a Hole Lot Better” e “I Knew I’d Want You”, e embora todos os 5 se revelassem grandes músicos com o passar dos anos, a inexperiência com o rock “plugado” fez necessária a presença de alguns músicos contratados.

Aos poucos, o som dos Byrds foi evoluindo e tomando personalidade, chegando a fazer frente aos Beatles nas paradas. Emplacaram sucessos como “Turn! Turn! Turn!” (versão da popular música de Pete Seeger) e o single “Eight Miles High”, que marcou o mergulho da banda na psicodelia, e a saída de Gene Clark. Agora, reparem na coincidência: Gene Clark, além das pressões óbvias que sofria como um dos líderes da banda, tinha medo de alturas. E “Eight Miles High” (“Oito Milhas de Altura”) foi um de seus últimos trabalhos com os Byrds (uma corruptela de Birds – pássaros, em português). Definitivamente, ele não estava no lugar certo…

McGuinn, Crosby e Hillman assumiram a responsabilidade pelas composições, e o terceiro álbum, “Fifth Dimension”, mostrava o encontro perfeito entre o folk e a psicodelia que os Byrds alcançavam a cada nova música. Em 67, lançaram “Younger Than Yesterday”, com o hit “So You Wanna Be a Rock’n'Roll Star”. A partir desse ano, também, Crosby assumiria uma posição de maior importância na banda, cantando mais e compondo algumas de suas melhores canções. No entanto, seu relacionamento com os companheiros não ia bem, e o fim daquele ano marcaria ainda a saída de Michael Clarke. Mesmo em meio ao caos, a banda lançou o ótimo “Notorious Byrd Brothers”, que somava experimentação eletrônica ao sempre eficiente country-folk que faziam.

Em 68, McGuinn e Hillman deram novo corpo à banda, agora sem Crosby, e com Kevin Kelly assumindo as baquetas. McGuinn vislumbrava um álbum duplo que passasse por toda história da música contemporânea, partindo do folk e do country ao jazz e à eletrônica. Para isso, contratou o tecladista Gram Parsons – e o resultado foi bem diferente do planejado. Sob a influência de Parsons, a sonoridade da banda fincou de vez o pé no country-rock, culminando no disco “Sweetheart of the Rodeo”, considerado marco zero do estilo até hoje.

A nova formação dos Byrds também não durou muito tempo. Contrário à uma turnê pela África do Sul, o catalisador das mudanças no som da banda, Gram Parsons, abandonou os Byrds, carregando consigo Chris Hillman. Juntos, formaram os “Flying Burrito Brothers”, que por um tempo contou até mesmo com Michael Clarke, outro Byrd evasivo da formação original. McGuinn carregou a banda até onde pôde, sendo o único elo entre o nome Byrds e o conjunto que estourou na metade da década de 60. Crosby alcançou o estrelato se juntando a Stephen Stills, Neil Young e Graham Nash – a excelente “CSNY” (Crosby, Stills, Nash & Young).

Em 91, os Byrds foram consagrados pelo “Rock’n'Roll Hall of Fame”. Alguns meses depois, faleceu Gene Clark. Michael Clarke também se foi, em 1993. Mas o legado deixado pelos Byrds permanece vivo até hoje, influenciando bandas como R.E.M., Meat Puppets e, mais recentemente, January e Cosmic Rough Riders. Eles podem não ter vendido tanto quanto os Beatles, mas enquanto Paul McCartney (merecidamente) endeusava Brian Wilson e seu “Pet Sounds”, George Harrison disse que “os Byrds são a melhor resposta americana para os Beatles”. Pode não ser uma verdade completa, mas o fato de qualquer single da primeira fase dos Byrds (65-68) ser capaz de passar despercebido se jogado no meio do clássico (adjetivo redundante quando aplicado a qualquer disco dos Beatles) “White Album”, faz com que a declaração do recém-falecido compositor de “All Things Must Pass” não seja uma mentira.

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O que fazer após o Beatles Rock Band

13/07/2009

beatles rock band

Depois que finalmente sair o Beatles Rock Band em setembro – a única razão pra muitas pessoas no mundo comprarem um videogame, eu incluso – o mercado ficará novamente vazio de opções para um indie TRU. Sim, eu sei que os Guitar Hero e Rock Band da vida trazem lá seu Neil Young e outros clássicos do gênero salpicados no meio da tracklist pra garantir o street cred do jogo. Mas nada disso se compara a ter um produto inteiramente dedicado ao seu gosto musical altamente seletivo. Ficam aqui algumas sugestões para os próximos jogos da série:

1) FOLK BAND
Versão alternativa do Rock Band, trazendo dois modos: voz-violão-e-gaita ou “go full country”, onde você usa instrumentos adicionais (por um preço módico) como banjo, bandolim e sanfona.

2) JAZZ TRIO
Parece que segue a mesma fórmula, mas Jazz Trio é um caixinha de surpresas! Entre os modos de jogo, você pode optar por “one man band”, onde apenas um jogador sola nos três instrumentos que acompanham o pack (sax, piano e bateria).

3) INDIE ROCK BAND
Outra versão pegadinha: o jogo traz uma guitarra especial com apenas um botão – no entanto, ela acompanha um set com 35 pedais e um amplificador com reconhecimento óptico, que garante pontos extras quando você olha pra caixa de som ou pro chão.

4) EASTERN EUROPEAN GYPSY FOLK BAND
Mesmos instrumentos do FOLK BAND, mas uma tracklist diferente e umas ciganas estilizadas na caixa.

5) AVANT-GARDE BAND
Para fãs de Animal Collective. A tracklist não inclui músicas, apenas samplers de barulhos aleatórios que o jogador escolhe através de uma mesa com 16 botões coloridos. Não existe ordem certa para encaixar os samplers, e qualquer escolha rende “indie points” (medidos em uma escala minuciosa de 0 a 10 com números decimais).

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Van Morrison – “Veedon Fleece” [1974]

31/05/2009

Veedon Fleece

“You don’t pull no punches.” O mesmo não pode ser dito de Van Morrison, que em pelo menos 3 momentos de sua carreira deixou suas emoções transparecerem acima de qualquer arranjo bem ajambrado ou dedilhado de violão histórico. O mundo inteiro conhece dois deles: a sequência de estréia Astral Weeks/Moondance, que engloba os anos de 1968 a 1970, e chutam para longe o primeiro e renegado ábum do irlandês (Blowin’ Your Mind, de 67). No entanto, poucos sabem que em mais um momento poucos anos depois, em 74, Ivan Morrison conseguiu mais uma vez fugir do blue-eyed soul, do blues e do folk britânico, para deixar o coração desaguar em letras apaixonadas e vocais sofridos. O nome do disco é Veedon Fleece.

Na canção que abre o disco, Van Morrison já implora, “fair play to you“. Exige que o ouvinte retribua na mesma intensidade de arrebatamento, “tit for tat. And I love you for that…” E assim como “Astral Weeks”, Veedon Fleece parece ter sido concebido para tocar num domingo de manhã, fazendo o dia se abrir embalado pelo som de passarinhos do outro lado da penumbra da janela, enquanto, no escuro, sentimentos que você acreditava ter esquecido reviram seu estômago com o gosto de jejum e café na boca.

Mas não é um sentimento do qual se foge, longe disso. Veedon Fleece busca a paz de espírito na inevitabilidade do acontecido; descansa sob a colcha de memórias de dias felizes, que costuram retalhos do que você é e do que você espera quando pensa na tal manhã de domingo. Não qualquer uma, aquela perfeita, em que o céu é azul só o suficiente, o calor só é quente o suficente, e a preguiça só te atrasa o suficiente. Mesmo quando em falsete desesperado, em “Who Was that Masked Man”, alerta que “When the ghost comes round at midnight / Well you both can have some fun / He can drive you mad, he can make you sad / He can keep you from the sun“, também encerra numa nota de esperança, que “no matter what they tell you, / There’s good and evil in everyone“.

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The Runaway, talvez

27/05/2009

Nova música do The National, ainda sem nome oficial. E eu que nunca curti a banda, fui fisgado. Uma das melodias mais bonitas de 2009 até agora.

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See-Line Woman

27/05/2009

Ou “Sea-Lion“, ou “C-Line”, ou “See-Lye”… Ninguém sabe ao certo, só que é uma canção folclórica do sul dos Estados Unidos. E que fica fodaça na voz da Nina Simone.

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March of the Zapotec [2009]

26/04/2009

March of the Zapotec

Beirut

Às vezes ser o queridinho da crítica é mais difícil que ser o queridinho do público. A cobrança dobra junto com a expectativa pelo que vem a seguir, e ao conquistar um clube tão seleto e elitizado de fãs, nada menos que genial será aceito. Os Beatles pararam de fazer shows para conceber Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band; Bob Dylan “aproveitou” um acidente de moto e se escondeu com uns hippies canadenses num casarão apelidado Big Pink, que também deu nome ao disco de estréia de uma tal The Band; e até o Radiohead, depois de se consagrar como a banda mais criativa de seu tempo em Ok Computer, precisou chutar tudo pro alto com o trabalhoso Kid A.

O Beirut alçou o posto de queridinho da crítica em 2007, ao lançar o álbum The Flying Club Cup. Combinando influências tanto da música cigana do leste europeu quanto do vaudeville francês e da inevitável música pop de seu tempo, o moleque genial da vez, Zach Condon, se esquivou de um monte de clichês indies para confundir rótulos em melodias aplaudidas por sua sincera beleza. Merecidos elogios foram distribuídos a seus arranjos cuidadosos e nada óbvios, e suas letras – crípticas o suficiente para permitirem milhares de interpretações, ao mesmo tempo em que capazes de sugerir todo o clima do disco. O potente grave na peculiar voz de Zach Condon faz com que as canções de Flying Club Cup soem ora como saídas de um espetáculo de teatro em Montmartre, ora como se empostadas por meia dúzia de beberrões apaixonados aos pés de um castelo na Hungria.

Mas hoje álbuns não são a mesma coisa, ninguém mais compra discos, e todo mundo tem tantos amigos no MySpace que dá pra você ficar de uma semana a uma década sem aparecer com música nova, que seus fãs ainda vão ter coisa suficiente para ouvir por aí. Ainda assim, o Beirut causou um impacto significante o suficiente para uma banda que poderia ser categorizada em World Music por qualquer ouvinte desatento. E o que vem a seguir?

Zach Condon tirou férias, cancelou shows, anunciou esgotamento físico e mental… E foi pro México gravar umas paradas com umas bandinhas de música tradicional local que tocam em funerais. Pra desanuviar, saca? E não, March of the Zapotec não é o Kid A do Beirut, nem o Sgt. Pepper ou o John Wesley Harding. É o que um moleque genial faz para dar uma desligada no cérebro, no sentido utilitário da coisa. Depois que o bebê Flying Club Cup foi criado e cuidado com atenção minuciosa a cada detalhe, arranjos escrutinados por seu compositor, instrumento por instrumento, March of the Zapotec surge de uma gestação claramente mais simples e objetiva.

Ao escolher trabalhar com bandas de música tradicional mexicana, em sua grande maioria composta por senhores de idade que começaram a tocar quando os pais de Condon ainda nem se conheciam, as possibilidades do artista foram limitadas por suas próprias escolhas. A base de suas melodias inevitavelmente seria o naipe de metais. A percussão dificilmente fugiria da batida quadrada das marchas. Ainda assim, todo o folclore e o sentimento por trás dos elementos que compõem uma banda de funeral mexicana parece irresistível para um artista que precisa eliminar suas próprias manias e cacoetes para voltar a se sentir criativo e original.

O resultado seis breves canções mais que justifica a vontade de se deixar levar de Zach. “El Zócalo” é a vinheta de meio minuto que abre o disco, como um recorte de uma banda de festa em cima de um palco de coreto. Um exemplo perfeito desses recortes de uma realidade já existente que exigem pouco ou nada do artista, além da sensibilidade. “La Llorona” e “The Akara” já lembram um pouco mais as estruturas de Flying Club Cup, como suas diferentes camadas de percussão, e os movimentos diferentes entre o estrondo do naipe de metais tocando todo junto, ou nos fragmentos de um solo de trombone ou uma virada no ukulele.

Aliás, os metais são a verdadeira voz de March of the Zapotec, já que Zach Condon soa mais e mais como parte da melodia, apenas. Sax, trombone, trompete, clarine e tuba soam mais alto que qualquer coisa em um disco que é quase um tributo ao desconhecido folclore mexicano. Eu não sei como uma orquestra tradicional de 17 músicos soa num funeral em Teotitlán del Valle, mas imagino que não seja muito diferente do que ouvimos em “On a Bayonet”. E se Zach não revolucionou a música ou chacoalhou mundinhos alternativos, através do que fica pra trás com March of the Zapotec, ele ainda pôde nos servir um aperitivo igualmente curioso e emocionante do que não devemos esperar para o próximo disco.

* O EP March of the Zapotec é distribuído lado-a-lado com Holland, EP atribuído ao alter-ego solo eletrônico vintage de Zach Condon, realpeople, que preferimos considerar uma auto-indulgência adolescente e deixá-lo de lado.

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Manhã de sábado com Leonard Cohen

7/02/2009

“Dance Me to the End of Love”

“Suzanne”

“So Long, Marianne”

“Hey, That’s No Way to Say Goodbye”

“First We Take Manhattan”

Porque Leonard Conha é mais que “Hallelujah“.

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Os músicos e seus cachorros dignos de capa

4/02/2009

Paul Is Live

Paul Is Live“; Paul McCartney
a capa-piadinha virou um novo clássico junto com o disco

Déjà Vu

Déjà Vu“; Crosby, Stills, Nash & Young
não dava pra fazer uma foto dessas sem um cachorro

Bem Vinda Amizade

Bem-Vinda Amizade“; Jorge Ben
salve Xorxe

Everybody Knows This Is Nowhere

“Everybody Knows This Is Nowhere”; Neil Young
os primeiros hits de um jovem guitarrista canadense

Veedon Fleece

Veedon Fleece“; Van Morrison
pode não ser um “Astral Weeks”, mas ainda é top 5 do Van

Back at the Chicken Shack

Back at the Chicken Shack“; Jimmy Smith
groovezeira de teclados com uma bandinha nervosa

American Recordings

American Recordings“; Johnny Cash
o começo da série de discos que marcou a despedida de Cash

The Doughnut in Grannys Greenhouse

“The Doughnut in Granny’s Greenhouse”; Bonzo Dog Band
uma pérola desconhecida da psicodelia

One Man Dog

One Man Dog“; James Taylor
o disco mais fraco dessa lista

e finalmente…

Songs for Gay Dogs

“Songs for Gay Dogs”; Paddy Roberts
cada um na sua

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Dylan + Will.I.Am

2/02/2009

Superbowl tem dessas coisas.

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Vício do começo de ano

16/01/2009

Benji Hughes.

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Top 10 Músicas de 2008; pt. 3

25/12/2008

Little Joy, “Brand New Start”

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Melhores de 2008

25/12/2008

TOP 10 DISCOS
1. Fleet Foxes – Fleet Foxes
2. Jamie Lidell – Jim
3. Raphael Saadiq – The Way I See It
4. Little Joy – Little Joy
5. Benji Hughes – A Love Extreme
6. Al Green – Lay It Down
7. Keziah Jones – Nigerian Wood
8. Diplomats of Solid Sound – Diplomats of Solid Sound featuring The Diplomettes
9. She & Him – Volume One
10. Spiritualized – Songs in A&E

SE FOSSE TOP 15, ENTRAVA
- Felice Brothers – The Felice Brothers
- Portishead – Third
- Baby Charles – Baby Charles
- Eli “Paperboy” Reed & The True Loves – Roll With You
- Cat Power – Jukebox

MELHORES DISCOS QUE NÃO OUVI O SUFICIENTE
- Shawn Lee and Clutchy Hopkins – Clutch Of The Tiger
- Bon Iver – For Emma, Forever Go
- Drive-By Truckers – Brighter Than Creation’s Dark
- The Fireman – Electric Arguments
- Gnarls Barkley – The Odd Couple
- Menahan Street Band – Make The Road by Walking
- Why? – Alopecia

MENÇÃO HONROSA NACIONAL
- 3namassa
- Curumin
- Wado

TOP 5 SHOWS
1. Bob Dylan (Via Funchal/SP)
2. Spoon (Planeta Terra/SP)
3. Jesus & Mary Chain (Planeta Terra/SP)
4. Sonny Rollins (Tim Festival/SP)
5. Bill Frisell (Tim Festival/SP)

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Top 10 Músicas de 2008; pt. 2

21/12/2008

Tô postando fora de ordem, o ranking verdadeiro, só no último post. Enquanto isso…


Fleet Foxes – A Take Away Show from La Blogotheque on Vimeo.

Fleet Foxes, “Blue Ridge Mountains”

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Top 10 Músicas de 2008

18/12/2008

She & Him, “Why Do You Let Me Stay Here”

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Lazy Sunday Songs

19/10/2008

1. Nick Drake – Day is Done (2:28)
2. John Martyn – Solid Air (5:46)
3. Van Morrison – Astral Weeks (7:06)
4. Byrds – Wild Mountain Thyme (2:33)
5. Zombies – A Rose For Emily (2:19)
6. The Be Good Tanyas – Broken Telephone (4:52)
7. Karen Dalton – It Hurts Me Too (3:07)
8. Neil Young – The Needle And The Damage Done (2:03)
9. Gram Parsons – A Song for You (4:58)
10. Buffalo Springfield – For What It’s Worth (Stephen Stills, 1966) (2:43)
11. Simon & Garfunkel – America (3:35)
12. Fleet Foxes – Blue Ridge Mountains (4:25)
13. Big Star – Thirteen (2:34)
14. Paul McCartney – Junk (1:56)
15. Calexico – Hush A-Bye (1:46)
16. Drive-by Truckers – Danko – Manuel (5:43)
17. Cowboy Junkies – Murder, Tonight, In The Trailer Park (4:33)
18. Bob Dylan – Workingman’s Blues 2 (6:04)
19. The Hollies – He Ain’t Heavy, He’s My Brother (4:16)
20. R.E.M. – Nightswimming (4:18)

LINK: http://rapidshare.de/files/40696409/2008-LSS.zip.html

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Poplist vê a história da música: 1969

4/07/2008

A galera da Poplist emparelhou suas nerdices para uma série de coletas sobre praticamente o último meio século de música pop. Cada um escolheu um ano (ou mais, dependendo de sua habilidade) e montou uma coletânea apenas com faixas de álbuns lançados naquele ano. O resultado você acha AQUI.

Eu fiquei com 1969, e 1974. Então, começando do começo, esse é o meu 69 (hehehe):

1. Beatles – Oh! Darling (3:26)
2. Led Zeppelin – I Can’t Quit you Baby (4:43)
3. Neil Young & Crazy Horse – Everybody Knows this is Nowhere (2:29)
4. Jimmy Cliff – Many Rivers to Cross (2:44)
5. Roberta Flack – The First Time Ever I Saw your Face (5:23)
6. Isaac Hayes – One Woman (5:10)
7. Jane Birkin & Serge Gainsbourg – 69 Année Érotique (3:21)
8. The Meters – Here Comes the Meter Man (2:56)
9. Sly and the Family Stone – Stand! (3:08)
10. The Jackson 5 – Zip-A-Dee Doo-Dah (3:11)
11. Os Mutantes – Nâo Vá Se Perder Por Aí (3:16)
12. Bonzo Dog Band – Urban Spaceman (2:23)
13. The Who – Pinball Wizard (3:01)
14. The Kinks – Nothing to Say (3:12)
15. Harry Nilsson – I Guess the Lord Must Be in New York City (2:47)
16. Nina Simone – Everyone’s Gone to the Moon (3:06)
17. Karen Dalton – I Love you More Than Words Can Say (3:35)
18. Marvin Gaye – That’s the Way Love is (3:42)
19. Dusty Springfield – Just a Little Lovin’ (2:16)
20. The Velvet Underground – Candy Says (4:03)
21. The Rolling Stones – You Can’t Always Get What you Want (7:30)
22. The Band – The Night They Drove Old Dixie Down (3:33)
23. Johnny Cash – I Walk the Line (3:29)
24. MC5 – Kick Out the Jams (2:52)
25. Bob Dylan – Peggy Day (2:05)
26. Paulinho Da Viola – Sinal Fechado (3:01) [bônus]

BAIXE AQUI

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