1/03/2009
Michel mandou esse link: Hiroshima, the pictures they didn’t want us to see
All the watches found in the ground zero were stopped at 8:15 am, the time of the explosion.

Within a certain distance from the site of explosion, the heat was so intense that practically everything was vaporised. The shadows of the parapets were imprinted on the road surface of the Yorozuyo Bridge, 1/2 of a mile south-southwest of the hypocenter.

Besides, in Hiroshima, all that was left of some humans, sitting on stone benches near the centre of explosion, was their outlines.
Sinistro. Tem mais fotos aqui.
24/01/2009
15h: Acorda
15h05: Chivas Regal, Jornais, cigarros Dunhill com Piteira
15h45: Cocaína
15h50: Mais Chivas e Dunhills
16h05: Café e Dunhills
16h15: Cocaína
16h16: Suco de laranja e Dunhills
16h30: Cocaína
16h54: Cocaína
17h05: Cocaína
17h11: Café e Dunhills
17h30: Mais gelo no Chivas
17h45: Cocaína
18h00: Maconha
19h05: Almoço na Taverna Woody Creek – cerveja, duas margaritas, dois cheeseburgers, duas porções de fritas, um prato de tomates, uma salada com taco, uma porção dupla de cebola frita, torta de cenoura, sorvete, um bolinho de feijão, mais Dunhills, outra cerveja, cocaína, e um cone de sorvete com uísque.
21h: Começa a cheirar cocaína a sério
22h: Ácido
23h: Vinho, cocaína e maconha
23h30: Cocaína
00h: HST está pronto para escrever
00h às 6h: Vinho, cocaína, maconha, Chivas, café, cerveja, suco de grapefruit, Dunhills, suco de laranja, gim, sessão contínua de filmes pornográficos
6h: Banho de banheira, com champanhe e fettuccine Alfredo
8h: Halcyon
8h20: Pega no sono
Revista General nº1; dezembro/93
Box no artigo “Dr. Hunter S. Thompson”, de Álvaro Pereira Jr.
É, eu que transcrevi, da revista do inlinkável Danilo Cabral. De nada.
19/01/2009
Há 30 anos, Christian Dior mandou algumas mulheres vestidas em seus modelitos exclusivos para um passeio pela Rússia comunista. A Life fotografou.
Vermelho como o partidão

“Pra quê chapéu se aqui dentro não tá nevando?”

Até o Zacarias compareceu!
18/01/2009
Após décadas em desuso, o relógio de bolso volta a ser lugar-comum em nossos cotidianos.
17/01/2009
Já assisti aos quatro primeiros episódios, e ainda não me convenceu. A parte publicitária é legal, mais ainda quando eles estão trabalhando em campanhas do que as intriguinhas de escritório. O chato é que a série perde tempo demais querendo provar que a sociedade daquela época é super conservadora e ultrapassada e, ao mesmo tempo, “tão parecida com os dias de hoje”, aí fica uma lenga-lenga de relacionamentos, traição, hipocrisia…
O episódio piloto, sobre a criação do tradicional slogan dos cigarros Lucky Strike (“It’s toasted“), é realmente bem foda – ainda mais pra mim, que ando tentando parar de fumar esses mesmos cigarros. Mas os seguintes não seguraram o mesmo nível, talvez pela falta de outro desses grandes casos reais da história da publicidade. Tem algum potencial ali, alguns personagens bons… Mas vou deixar de lado por enquanto, melhor me concentrar em terminar de ver Sopranos primeiro.