Ilustra mirabolante #3: Feeling Good
12/08/2009Mais uma criação de Carol Celta para o nosso blog.
“Feeling Good”, por Carol Celta
* Agora você também pode comprar camisetas com ilustras da Carol Celta no site da Ilus3.
pedradas de gelo seco
Mais uma criação de Carol Celta para o nosso blog.
“Feeling Good”, por Carol Celta
* Agora você também pode comprar camisetas com ilustras da Carol Celta no site da Ilus3.

Depois que finalmente sair o Beatles Rock Band em setembro – a única razão pra muitas pessoas no mundo comprarem um videogame, eu incluso – o mercado ficará novamente vazio de opções para um indie TRU. Sim, eu sei que os Guitar Hero e Rock Band da vida trazem lá seu Neil Young e outros clássicos do gênero salpicados no meio da tracklist pra garantir o street cred do jogo. Mas nada disso se compara a ter um produto inteiramente dedicado ao seu gosto musical altamente seletivo. Ficam aqui algumas sugestões para os próximos jogos da série:
1) FOLK BAND
Versão alternativa do Rock Band, trazendo dois modos: voz-violão-e-gaita ou “go full country”, onde você usa instrumentos adicionais (por um preço módico) como banjo, bandolim e sanfona.
2) JAZZ TRIO
Parece que segue a mesma fórmula, mas Jazz Trio é um caixinha de surpresas! Entre os modos de jogo, você pode optar por “one man band”, onde apenas um jogador sola nos três instrumentos que acompanham o pack (sax, piano e bateria).
3) INDIE ROCK BAND
Outra versão pegadinha: o jogo traz uma guitarra especial com apenas um botão – no entanto, ela acompanha um set com 35 pedais e um amplificador com reconhecimento óptico, que garante pontos extras quando você olha pra caixa de som ou pro chão.
4) EASTERN EUROPEAN GYPSY FOLK BAND
Mesmos instrumentos do FOLK BAND, mas uma tracklist diferente e umas ciganas estilizadas na caixa.
5) AVANT-GARDE BAND
Para fãs de Animal Collective. A tracklist não inclui músicas, apenas samplers de barulhos aleatórios que o jogador escolhe através de uma mesa com 16 botões coloridos. Não existe ordem certa para encaixar os samplers, e qualquer escolha rende “indie points” (medidos em uma escala minuciosa de 0 a 10 com números decimais).
Ou “Sea-Lion“, ou “C-Line”, ou “See-Lye”… Ninguém sabe ao certo, só que é uma canção folclórica do sul dos Estados Unidos. E que fica fodaça na voz da Nina Simone.
Ok, vamos lá: é uma “religião” criada por um AUTOR de FICÇÃO CIENTÍFICA, que transforma as batidas idéias de alma/espírito em um EXTRATERRESTRE imortal, que já viveu em vários outros planetas (chamado de THETAN), preso num corpo físico. Ah: mas nessa parte dos ETs você só pode se aprofundar oficialmente depois de “colaborar” com alguns milhões de dólares para a igreja.
Ou seja, não tem jeito: se o cara é cientologista, não respeito. Posso até curtir o trabalho dele como músico/ator/escritor/etc., mas não me peçam pra ler uma entrevista desse idiota falando, porque se você acredita que a sua alma é um extraterrestre imortal, sério, qualquer coisa que você tenha a dizer não me interessa.
Segue, portanto, uma lista nada confiável (tunguei da Wikipedia) de celebridades cientologistas. “Celebridades cientologistas“. Se tem algum termo que defina melhor tudo de mais idiota que existe no século XXI, ainda não tô sabendo. Mas vamos lá:
Já sabem: se algum desses caras te parar no meio da rua e começar a falar em ETs, eles não estão discutindo o último episódio de Battlestar Galactica nem as reprises de Babylon 5. FUJA.
Nat King Cole e Billy Preston (aos 11 anos de idade), “Blueberry Hill”
Encerrando a cobertura que eu fiz pro IG, as duas últimas noites a que eu assisti: Sophisticated Ladies (Esperanza Spalding, Stacey Kent e Carla Bley) e The Cats (Tomasz Stanko, Enrico Pieranunzi e Bill Frisell).
Recapitulando, ainda teve o antológico show do Sonny Rollins.
Tô cobrindo os shows de jazz lá… O texto sobre o histórico show do Sonny Rollins já tá no ar.