Vintage

21/11/2009

old-skool

Old-skool

plaquinhas

Essas plaquinhas giratórias com os voos são muito anos 70.
E essa Luana Piovani é muito anos 90.
(o 4:44 é uma homenagem à Letty)

O aeroporto internacional do Rio de Janeiro Galeão Tom Jobim. Apesar da crise de identidade, muito old-skool.

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Não compro mais seu biscoito preferido

8/08/2009

Bombava na MTV nos anos 90.

Acabou La Tequila; “Biscoito”

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Viradão Carioca – destaques finais

10/06/2009

Texto que acabou não indo ao ar na cobertura que fiz pro IG, então publico exclusivamente aqui.

RIO DE JANEIRO – “Disseram que foi ousadia fazer o Viradão em dois meses, mas isso é um jeito mais leve de dizer ‘pura loucura’”, afirmou Jandira Feghali, sobre a correria durante o breve tempo de produção da festa. Sucesso inesperado no Rio de Janeiro, o evento inspirado por São Paulo foi feito “à carioca”, e acabou dando muito certo. Entre as propostas adotadas para o Viradão Carioca estava a idéia de literalmente “virar” a cidade ao avesso, fazendo que artistas da Zona Norte se apresentem na Zona Sul e vice-versa, ao mesmo tempo em que misturava todo mundo no Centro e Zona Oeste.

O residente de Ramos e cronista do popular, Dicró, se apresentou para o elitizado público do Leblon, no mesmo dia em que a velha guarda do samba tocava no Arpoador, entre Ipanema e Copacabana. Pelo outro lado, Marcelo Camelo se apresentou na Praça XV entre DJ Marlboro e Martinália. O Galpão do Aplauso, em Santo Cristo, recebeu show de Tom Zé, além de jams sessions entre banda de jazz e músicos do forró, do samba e do hip hop carioca – entre eles, Dudu Nobre, que também tocou no palco principal. E duas festas tradicionais da Zona Sul, a rockeira Maldita e a malemolente Brazooka (que acontecem tradicionalmente na Casa da Matriz, em Botafogo), foram parar na Lona de Jacarepaguá.

As Lonas Culturais, aliás, foram um dos espetáculos a parte do Viradão. Com estrutura bastante decente, tornando shows de médio porte em experiências íntimas de contato com o artista, os subúrbios possuidores de Lonas Culturais receberam programação cuidadosa e criativa. A Lona de Santa Cruz foi premiada com um Tributo a Tim Maia, com Sandra de Sá, Toni Garrido e Hyldon. Já em Vista Alegre, os moradores puderam assistir ao Tributo a Wilson Simonal, com Elza Soares e Farofa Carioca, além de show de Gérson King Combo.

O centro do Rio contou com programação diversificada, trazendo desde leitura de peça no Teatro Carlos Gomes (lotado) à meia-noite, passando por Batalha de MCs e Baile Funk, até chegar em sarau de poesia e concerto homenageando Villa-Lobos. O DJ Dodô Azevedo foi outra grande atração alternativa do Viradão, se apresentando nas jukeboxes da Praça Tiradentes (ponto tradicional de prostituição no Rio), e no Planetário da Gávea – em uma psicodélica busca por OVNIs ao som de Pixies.

Entre as principais críticas feitas pela população carioca ao viradão, estavam, além da divulgação apressada e em cima da hora, a necessidade de manter os pólos culturais funcionando ao longo do ano. Enquanto a prefeitura ameaça privatizar a administração de instituições da cultura carioca, como o Teatro Municipal, o povo do Rio de Janeiro responde através da lotação esgotada das apresentações da Orquestra Sinfônica Brasileira na Igreja da Candelária. Mais uma prova de que a cultura dita “de elite” só não é massificada pelo desinteresse da prefeitura em democratizar seu acesso.

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O Viradão Carioca que eu vi

10/06/2009

Minha cobertura do Viradão pro Último Segundo.

SEXTA

- Jorge Mautner abre Virada Cultural do Rio

- Carlos Lyra apresenta evolução da MPB na Praça XV

- Marina Lima agita o Viradão Carioca na zona sul

- Beth Carvalho faz grande show no Viradão Carioca

SÁBADO

- Adriana Calcanhotto toca solitária no Viradão

- Encontro do samba anima Viradão Cultural do Rio

- Zelia Duncan canta sucessos no Viradão Carioca

- Blitz traz os anos 80 para o Viradão Carioca

DOMINGO

- Cordão do Boitatá e Bossacucanova animam o Rio

- Milton Nascimento conquista plateia de Bangu

- Lulu Santos coroa sucesso do Viradão Carioca

- Viradão Carioca faz população redescobrir o Rio

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Twitter updates – 23/04

23/04/2009
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Usuários de drogas pesadíssimas: os eleitores

31/03/2009

JP mandando muito bem:

[...] segue a insistência oficial na tese furada de culpabilizar o usuário. Se estivessem certos, o ocidente inteiro, da Europa às suas ex-colônias, estaria tomado por milicias com armas do exército disputando esquinas. O consumo e tráfico de drogas no resto do Planeta é tão intenso e ilegal, mas por lá não existem fuzis e metralhadoras nas mãos de atacadistas e varejistas da droga como aqui.

[...] não é simplesmente a confusão entre um problema de saúde pública e um problema policial. Aqui, foi o próprio poder público que forneceu as condições para a existência desses grupos, através da sua ausência. Aqui, foi o próprio poder público que armou essas quadrilhas, diretamente ou não. Transferir esse processo histórico e essa culpabilidade [...] é uma solução fácil, comprada por parte da grande imprensa e por partidários do pensamento automático

Vale ler a coluna toda, o JP esculachou.

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Ainda o Radiohead

27/03/2009

A única foto que eu tirei no show do Rio, do celular, ficou bem melhor que eu esperava.

radiohead na apoteose

Foi demais.

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O Brazil de anthigamente

2/02/2009

Rio de Janeiro, 1932

São Paulo, 1943

Rio de Janeiro, carnaval de 1955

Esses vídeos foram produzidos por agências norte-americanas, e o site Travel Film Archive reúne centenas deles, sobre vários lugares de todo o mundo. E dá pra achar tudo no YouTube, obviamente. Do Brasil, ainda rola um vídeo sobre as Cataratas do Iguaçu nos anos 20, e sobre a região Sul em 42. Bem maneiro.

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Vôo atrasado – motivo: pneu furado

2/02/2009

cadê o estepe?

Ontem peguei um vôo (não tá rolando de escrever “voo” como pede a nova regra de acentuação… eu leio “vú” e acho tosco) da Gol saindo de Congonhas para o Galeão. E é notório que, desde o acidente com o avião da TAM, decolar e pousar em Congonhas ganhou novos contornos de aventura.

Aventura essa que experimentei na pele ontem.

Depois daquele tempinho taxiando pela pista, o avião entrou em processo de decolagem. Rolou um “atenção tripulação” e tudo. Embicou no retão e começou a acelerar… Já estávamos a segundos de sair do chão, e de repente, do nada, uma curva. Mal consegui pensar “ué, pra quê uma curva agora?”, e veio a freada. Brusca, mas econômica, sem excessos. De todo mundo se desencostar do banco e ficar branco de medo e com cara de choque, mas sem ninguém se batendo com as poltronas em volta.

Enfim o avião pára, e o piloto explica que por “motivos desconhecidos, talvez uma rajada de vento”, um dos pneus furou durante a decolagem, e seríamos trocados de aeronave. Ao menos não tivemos que retornar ao aeroporto, saímos de um avião para o outro. Mas o processo todo levou quase uma hora e meia, atrasando consideravelmente um vôo de 50 minutos.

Apesar da coisa ter sido tratada da forma mais eficiente possível, desde o cuidado do piloto até a troca de aeronaves, só fiquei chateado com o fato da Gol ter cagado pro fato de que a gente sofreu um grande atraso e, principalmente, um susto sinistro. Nem mesmo no Galeão fomos recebidos com qualquer tipo de atenção especial, não rolou nem um bombonzinho ou amendoim durante o vôo pra galera acalmar os ânimos pelo estômago.

Mal aê, vocês podem estar acostumados com essas coisas, mas não é todo dia que eu me vejo com chances de ser tragédia da semana no Jornal Nacional.

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Viaje barato (e me convide)

1/02/2009

Artigo da Fabs:

Mendes/RJ

Perto do Rio de Janeiro

MENDES

Características
Na década de 50, a Unesco classificou Mendes como o quarto melhor clima do mundo. A menor cidade do estado do Rio de Janeiro tem uma rotina pacata e um ar tão puro que muita gente até estranha, na primeira vez em que chega lá.

Para quem?
Bom para descansar, física e mentalmente. Respirar bem, dormir bem e comer bem, enquanto se assiste a vida passar sem pressa e stress são os grandes atrativos para quem precisa fugir um pouco do agito das grandes cidades.

O que fazer lá?
Há várias trilhas e passeios ecológicos pela Mata Atlântica, com direito a rios e cachoeiras. A cidadezinha também agrada quem se interessa por arquitetura e construções antigas, com atrações como a Igreja Matriz de Santa Cruz, a Capela São José do Colégio Irmãos Maristas, o prédio do Senai, a casa do Barão de Santa Cruz, a sede da Câmara dos Vereadores, as ruínas do Hotel Santa Rita e até a Estação Rodoviária, inaugurada em 1911.

Como chegar
Saindo do Rio de Janeiro, pegue a BR 116 e, em seguida a RJ 127. Mendes fica no caminho para Vassouras, depois de Paracambi e Engenheiro Paulo de Frontin.

Saiba mais e veja fotos
http://www.mendes.rj.gov.br/

Curto altos. E tem mais dicas no texto da Fabs, inclusive pra outros estados.

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Arpoador, Rio de Janeiro, 2009

17/01/2009

forte de copacabana

arpoador

o mar

roda gigante

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Chuva de verão

17/01/2009

chove chuva

garis

lama na praça

quando o rio transborda

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Copacabana

15/12/2008

calçadão

praia

fusca

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Foto-diário: 20/10/2008

20/10/2008

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Dutra

20/10/2008

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Eu só quero chocolate

20/10/2008

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Foto-diário: 17/10/2008

18/10/2008

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Foto-diário: 14/10/2008

14/10/2008

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Foto-diário: 12/10/2008

12/10/2008

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Paracambi, RJ, Sibéria

29/06/2008

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