O ateísmo de Ricky Gervais
25/01/2010Gênio.
pedradas de gelo seco
O melhor nome artístico verdadeiro de todos os tempos da TV brasileira
MELHOR
NÃO VI E NÃO VEREI
SÉRIO QUE AINDA TÁ PASSANDO?
NÃO EMPLACOU MAS EMPLACARÁ
NÃO EMPLACOU NEM VAI
AGRADECIMENTOS
Ween
Acho que depois de quase três semanas, já é seguro afirmar que A Fazenda é o melhor programa da TV brasileira no momento. Infinitamente superior ao BBB, que reúne desconhecidos com a intenção de serem famosos, A Fazenda apresenta gente que é pouco ou quase nada famosa, mas que se acha muito famosa. A ponto de discutirem no ar, “ah, mas fulano não é famoso que nem a gente, ele só quer ficar na aba…”
No entanto, infelizmente, a rede Record e o diretor do programa, Rodrigo Carelli, andam fazendo um esforço sobrehumano para transformar A Fazenda no programa mais chato da TV. E para isso eles contam como o apoio do apresentador Britto Jr., que conseguiu ser uma versão piorada, mais mala e quase retardada do Pedro Bial.
O problema no. 1 de A Fazenda foi anunciado por Alexandre Frota quando o mesmo deixou a equipe criativa: falta ritmo. Além de vacilos óbvios, como não ter fechado nenhum contrato de Pay-per-View 24 horas, a equipe de edição insiste em repetir as mesmas cenas e discussões por dois, as vezes três dias seguidos. Olha, se você tem 12 pessoas sendo filmadas 24 horas por dia pra um programa diário de meia hora, é meio inadmissível perder quase 10 minutos repetindo cenas da briga de ONTEM.
Teve um episódio no fim de semana, agora não lembro se no sábado ou domingo, que foi o exemplo perfeito de tudo que o programa deve fazer e não fazer. A primeira metade foi horrível, repetindo a mesma briga três vezes, com o Britto Jr. interrompendo para explicar (desnecessariamente, claro) a mesma coisa que acabamos de ver.
Já na metade seguinte, uma aula de brilhantismo na edição, mostrando o começo de uma discussão entre o Théo e a Mirella, acho, e na sequência, as outras pessoas da casa discutindo os desdobramentos daquela mesma briga. Aí sim o programa ganhou agilidade, a edição mostrava pessoas diferentes em momentos diferentes sem perder a linha do asssunto.
Outro problema são as provas de eliminação, que claramente não são testadas antes dos programas. Na primeira eliminação, com a prova de cortar as cordas e derrubar outro participante no feno, Britto Jr. e os competidores foram pegos de surpresa pela impossibilidade de ver quem eles estavam salvando do paredão (roça é o caralho), o que o Britto tentou disfarçar dizendo que a prova era pra ser feita “às cegas”, mesmo.
Na segunda prova, do arremesso do frango no cercado, os participantes atiravam um frango de borracha num cercado com pontuação delimitada, usando um estilingue gigante. Entendeu? Aparentemente, o povo brasileiro é incapaz de compreender tamanho brilhantismo na elaboração de uma prova, porque pra cada vez que um participante assumia o estilingue, o Britto Jr. explicava tudo de novo.
Essa semana os participantes tinham que achar uma agulha no palheiro, depois subir uma torre, tocar um sino e entregar a agulha pro fazendeiro da semana. O sino foi completamente desnecessário, só servia pro Britto ficar interrompendo os outros gritando “tem que tocar o sino!”, simplesmente porque o intervalo entre alguém achar a agulha e o próximo achar também era tão grande que praticamente não havia competição na escada. Sem contar que se os três últimos já teriam que disputar uma segunda prova, porque o Britto ainda esperou o Dado Dolabella subir até o alto da torre e tocar o sino se ele já tava fora? Só pra ter que esperar ele descer pra começar a prova seguinte?
Enfim, A Fazenda só tá maneiro porque a Record conseguiu mesclar uma boa seleção de gostosas e quase-famosos para essa primeira edição. Porque, juntos, Rodrigo Carelli e Britto Jr. estão fazendo o possível pra arruinar o programa.
Sério, o que tá faltando pro SBT voltar com a Casa dos Artistas? Muito melhor que BBB.
Tô botando uma fé que esse filme vai ser foda.
Do Ang Lee, com um dos melhores novos comediantes desse fim de década: Demetri Martin.
Tenho certeza que vocês se lembram da chatinha filha do meio em Full House:

Então, mergulhou na metanfetamina. Aliás, o tempo passou pra toda a família Tanner:

Ok, vamos lá: é uma “religião” criada por um AUTOR de FICÇÃO CIENTÍFICA, que transforma as batidas idéias de alma/espírito em um EXTRATERRESTRE imortal, que já viveu em vários outros planetas (chamado de THETAN), preso num corpo físico. Ah: mas nessa parte dos ETs você só pode se aprofundar oficialmente depois de “colaborar” com alguns milhões de dólares para a igreja.
Ou seja, não tem jeito: se o cara é cientologista, não respeito. Posso até curtir o trabalho dele como músico/ator/escritor/etc., mas não me peçam pra ler uma entrevista desse idiota falando, porque se você acredita que a sua alma é um extraterrestre imortal, sério, qualquer coisa que você tenha a dizer não me interessa.
Segue, portanto, uma lista nada confiável (tunguei da Wikipedia) de celebridades cientologistas. “Celebridades cientologistas“. Se tem algum termo que defina melhor tudo de mais idiota que existe no século XXI, ainda não tô sabendo. Mas vamos lá:
Já sabem: se algum desses caras te parar no meio da rua e começar a falar em ETs, eles não estão discutindo o último episódio de Battlestar Galactica nem as reprises de Babylon 5. FUJA.

1. Alfred E. Neuman já fez participações especiais em diversas tirinhas e desenhos animados, que vão desde Peanuts (Snoopy e Charlie Brown) até Simpsons (#179, The City of New York vs. Homer Simpson), passando até mesmo pela revistinha do Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man #300);
2. Estendendo suas orelhas além da esfera desenhada, Alfred E. Neuman também aparece no filme Platoon (desenhado no capacete do tenente Wolfe), e é citado na canção “Shadrach”, dos Beastie Boys (encontrada no clássico álbum “Paul’s Boutique“);
3. Algumas das perversões favoritas com o personagem incluem o preenchimento do dente que falta no sorriso de Neuman, que já foi curado pelo dedo mágico de E.T. na capa de janeiro de 83, e que já virou bandeira americana após os atentados do 11 de setembro, na edição de novembro de 2001 da revista MAD;
4. Seu bordão – “Quê… Eu, me preocupar?” – já foi mexido também. Após um vazamento nuclear nos Estados Unidos em 1979, a revista trouxe em sua capa a frase “Yes, me worry!” (“Sim, eu me preocupar!”). Quando Neuman foi apresentado na capa de uma edição como um busto romano, a inscrição que a estátua trazia era sua popular frase, traduzida para o latim (“Quid, Me Vexari?”);
5. Até Barack Obama aproveitou da popularidade de Alfred durante a campanha para a presidência: afirmou, em discurso de outubro de 2008, que “compartilhava das políticas de Alfred E. Smith, e das orelhas de Alfred E. Neuman”.

E como presente carnavalesco atrasado, uma máscara do Alfred E. Neuman pronta para imprimir e usar. Só clicar na imagem acima para ampliá-la.
Lupe Fiasco feat. Jill Scott; “Daydreamin’”
The 10 Most Successful Potheads on the Planet… Cool Enough to Admit It
[...] Not only have 42% of Americans admitted to trying pot, but pot smokers have gone on to become some of the most successful people in our society. We’re not talking about Willie Nelson and Snoop. These guys are on the Forbes 500, they’re leading the free world, and they prove that all existing pothead stereotypes are nothing more than myths. [...]
A lista é composta, sem ordem particular, por:
- Barack Obama; presidente dos EUA
- Arnold Schwarzenegger; governador da Califórnia
- Michael Phelps; medalhista olímpico
- Sir Richard Branson; empresário, fundador da Virgin
- Rick Steves; autor de guias de viagem
- Aaron Sorkin; criador dos seriados West Wing e Sports Night
- Michael Bloomberg; prefeito de Nova York
- Stephen King, escritor
- Ted Turner; CNN, e o maior proprietário particular de terras dos Estados Unidos
- Montel Williams, apresentador de talk show e provável último lugar dessa lista caso ela fosse rankeada

Evangeline Lilly, a Kate de Lost, está vendendo calcinha no eBay.
Aparentemente, nenhuma delas é de sua coleção pessoal: são peças criadas por uma ONG chamada TASK Brasil, que atua entre crianças e adolescentes que vivem nas ruas do nosso país, e que será beneficiada com o dinheiro arrecadado nos leilões.
Pena que não é ela nas fotos. Acho.
Rio de Janeiro, 1932
São Paulo, 1943
Rio de Janeiro, carnaval de 1955
Esses vídeos foram produzidos por agências norte-americanas, e o site Travel Film Archive reúne centenas deles, sobre vários lugares de todo o mundo. E dá pra achar tudo no YouTube, obviamente. Do Brasil, ainda rola um vídeo sobre as Cataratas do Iguaçu nos anos 20, e sobre a região Sul em 42. Bem maneiro.
Derek and The Dominoes (ao vivo no Johnny Cash Show); “It’s Too Late”, “Matchbox” (com Carl Perkins e Johnny Cash)
Katrina Darrell (2009)
Katharine McPhee (2006)
[outra foto]
Antonella Barba (2007)