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Chuvinha e eu achei que era rápido e não levei o guarda-chuva. Cheguei na seção e tava uma fila tremenda da porta pra fora, a máquina da 54 tava dando defeito.
- É essa a sua seção?
- Pior que não lembro, acho que é sim.
Só tinha levado a identidade mesmo, pela primeira vez. Os velhinhos começaram a entrar pra fugir da chuva e eu me abriguei debaixo do guarda-chuva de uma mulher. Apareceu uma senhora meio motoqueira atrás de mim e ficamos conversando.
- Sempre dá problema nessa seção eleitoral, quando era no Lestonnac não dava problema.
- Acho que é a primeira eleição que não faz sol forte.
- Pois é.
Aí chega um cara e a filha dele sem guarda-chuva tambem e começamos a conversar.
- Fila, chuva, e pra mudar nada né?
- Só pra Dilma ganhar em primeiro turno.
- Pois é.
- Podia ter pelo menos o segundo turno
- E é impressionante como não tem candidato bom pra senador no Rio
- Em São Paulo tem candidato a presidente se candidatando a prefeito e aqui, nada.
- Nem vão lá, nem frequentam…
- Já viram o site transparencia brasil? Lá eles falam tudo, quantas faltas tiveram, o que fizeram…
- Mas e tem punição pra quem falta? Não tem…
- É, em SP o Netinho é campeão de faltas e vai se eleger senador.
- Viu só?
- Mas pra deputado tem até uns que se salvam.
- É
Ninguém entra no mérito dos políticos do Rio, acho que pra não ter atrito.
- Impressionante como não tá tendo boca de urna, na última eleição isso aqui tava repleto de santinho.
Aí nisso a mulher cujo guarda-chuva tava abrigado entra no prédio e eu fico de fora, aí me abrigo debaixo do da motoqueira (ela tá com camisa preta de caveira, lobo, sei lá, e bandana…). Volta e meia vem a mesária orientar a fila.
- A seção 55 é só entrar, tá tudo normal, só fica na fila quem é da 54.
E os da 55 entrando e os velhinhos entrando. aí passa o seu Marcos, meu vizinho, ele entra direto. Os idosos ficam na lá dentro pra não terem de ficar na chuva… e tem idoso pra caramba.
- Tá tudo bem aí?
- Tudo, na paz de deus.
O pai com a filha ficam conversando, ele sugere ela se voluntariar como mesária, ela diz que não quer. aí ficam um tempo sem falar nada e a gente percebe que o “paz de deus” e um de trás tão falando de futebol.”Esse aqui tá revoltado de estar atrás de um vascaíno”, caçoa o “paz de deus” pra gente. “Ih, então vai ficar mais revoltado ainda, porque eu sou vascaíno tb”, diz o pai. “E minha filha também é”.
- Então são 3. Vai ficar mais revoltado ainda.
“Então são quatro, pq eu tambem sou”, digo. Aí nego começa a brincar com ele e eu zoo:
- Atrás na fila e na tabela do brasileiro.
- Pois é, tá foda.
“Mas olha, vou te contar uma coisa”, diz o pai:
- Eu trabalho pruma empresa ligada a futebol e dia desses fui numa reunião no flamengo é foi chato ver o descaso… a taça suja (acho que uma taça que o zico ganhou pro flamengo), sem cuidado, os membros do conselho todos bonachões… foi triste.
- É, isso que mata o futebol.
Começam falar do morumbi e eu entro. A mesária fica andando de um lado pro outro. Cada hora é solicitada por alguem. Um cara lá demora horas pra votar e quando é a hora da mulher na minha frente votar, aparece uma velhinha passando mal…
- Deixa ela passar na frente?
- Claro, sem problemas
Aí aparece uma mulher com um bebê recém-nascido. Ele tava encoberto em uma manta. É uma gracinha. Ela também passa na frente da mulher que ia votar. Um cara que tava coordenando a fila dá a dica:
- Gente, todo mundo tem a cola? Pq um colega de vocês esqueceu o número de um candidato e quis começar o processo tudo de novo. A máquina já não tá boa e quando começou o processo demorou mais ainda
- Pq não anulou? Ou votou na legenda?
- Ele queria votar no candidato que ele escolheu.
“Se ele queria tanto votar no candidato que escolheu pq não fez a cola”, reclamou um lá. Nisso uma velhinha que tava sentada vai reclamar com a mesária, acha que tão pulando na frente dela. Ela então volta pra fila na chuva pq não quer mais ficar junto com outros prioritário. Saí a mulher na minha frente vai votar e eu vou ver afinal se minha seção é mesmo a 54.
- Seu nome não tá aqui não.
- Ih, então é a 55 mesmo
Aí vou lá e em três tempos eu voto.
Os gibis da Marvel e da DC hoje em dia são recortes dos mesmos personagens fazendo as mesmas coisas com as mesmas pessoas. Variam apenas a visão do roteirista, desenhista e do editor sobre ele. É como alguém disse uma vez: só existe duas histórias de amor no mundo (Romeu & Julieta e mais uma outra que não lembro qual é). Todas as outras histórias que vieram depois seriam versões dessa mesma história. Assim nós temos “X-Men por Warren Ellis / Grant Morrison / Josh Whedon” e não mais “Os X-Men”. Isso sempre rolou na verdade, mas acho que não tinha tanta força quanto hoje em dia. Lembro quando havia “os Vingadores/Quarteto Fantástico de John Byrne”.
Só que na época eu encarava como evolução, cada autor levava a história um pouco adiante e havia mudanças nos personagens. Acho que isso ainda rola, mas ando meio de saco cheio, pra falar a verdade. Parece uma “johnbyrneização” da Marvel e DC. Parece que o esquema se tornou mais profissional, que pegaram uma fórmula que tava dando certo e levaram adiante. Já lançam pensando nos “trade paperbacks” daquela série.
A pergunta que fica é “quantas vezes as mesmas histórias dos mesmos personagens pode ser contada sem que o leitor encha o saco?”. Mas isso talvez seja feita só pelo leitor veterano, já que as constantes reformulações podem ser uma forma de atrair novos leitores ou conquistar a leitura de quem acabou de começar a ler gibi.
Eu nem sou contra histórias malucas nas cronografias oficiais dos gibis, tipo Frankencastle (quando o Justiceiro morreu e foi ressucitado como um Frankenstein) porque comecei a ler gibis da Marvel na época da saga Inferno. Era um gibi do Homem-Aranha. Aí é aquela mistura entre “homem que ganhou poderes por causa de uma picada de uma aranha radioativa” com misticismo. Então pra mim tá valendo tudo em gibi, ou quase tudo.
Eu lia gibis desenhados pelo Rob Liefeld e me amarrava. Tinha uma história dele, com o Wolverine lutando contra o Selvagem que era bem bacana. Eu curtia os desenhos dele (mas também não me ligava tanto em anatomia). Curtia as hachuras e todo mundo puto o tempo todo. Pirava nos desenhos do Jim Lee (até fui numa convenção de quadrinhos no Sesc da Tijuca que ele veio, apertei a mão dele e tudo… fiquei com a mão tremendo depois hehe) e só dia desses fui reparar como ele desenhava perna mal. Nunca fui de reparar em anatomia. Curtia o Cable a a história dele e nunca entendi a raiva que certos leitores de quadrinhos tinham dele. Consideravam ele como o símbolo do que tinha pior nos anos 90, junto com o Venon e com o Carnificina. Eu curtia o Venon também. Tinha gente que achava ele um personagem forçado mas porra, todos os personagens de gibis são forçados.
Aí parei de ler gibi por uma época (lá pela Era do Apocalipse). Fiquei nos RPGs, mas sempre procurava me manter informado sobre o que andava rolando. Lia os sites especializados como o Omelete e o UniversoHQ.
O UniversoHQ sempre foi das antigas. Sobre o Omelete, eu me lembro quando ele tava começando. Eu era de uma lista de discussão por e-mail (Falkenbras, sobre Castelo Falkenstein) quando um dos “criadores” chamou um cara lá pra escrever sobre quadrinhos pra fortalecer o Omelete. Nem sei se ele aceitou. Acho bacana ver o Omelete do jeito que tá hoje, com OmeleteTV e bonitão, cheio de colunistas. Mas talvez tenha ficado bem grande, antes eu lia sobre música lá, como a Poison On The Rocks que fui ler dia desses e nem curti tanto assim…
Tava lendo um livro de yoga, como volta e meia faço (pra ver se aprendo – mas as vezes parece aquelas brincadeiras de criança, de encaixe, que o quadrado vai no quadrado, só que tento colocar o círculo no retangulo e nada funciona) e em vez de ler o nome certo do capítulo (O Mendigo e o Abastado, que fala como os pobres de espírito são os verdadeiros miseráveis), li o Mendigo e o Abestado, acho que por influência do Tiririca.
Essas eleições foram fodas. Tá rolando pra presidente ainda, mas o grosso dela já acabou. Cobri parte da campanha pelo jornal (to trabalhando no Destak) e vi que nego tá pouco se fodendo pro povo em período eleitoral mesmo. O lixo de propaganda eleitoral passou o lixo recolhido no domingo de carnaval. A campanha do Cabral foi mais milionária que dois dos principais candidatos a presidente. Candidatos deixavam os galhardetes nas ruas depois das 22h, o que é proibido. Propaganda irregular a rodo. Rodrigo Bethlem, cujo mote era “choque de ordem” era um dos campeões em propaganda irregular e foi eleito.
E pode isso, Bino?
Poder não pode, mas tão pouco se fodendo. Quando liguei pra campanha do Bethlem pra perguntar sobre o porque de tanta publicidade ilegal, me vieram com um “só porque ele foi secretário do choque de ordem? O Pedro Paulo tem placa a rodo por toda a cidade”. O Pedro Paulo TEM (ou tinha) placa a rodo por toda a cidade – ele tava mais onipresente na campanha do que quando tava na Casa Civil da prefeitura – mas era ÓBVIO que o Bethlem não podia ter placa irregular (ou ser um dos campeões do TRE-RJ no número de placas irregulares). Seria a mesma coisa se a Marina cagasse pro meio ambiente ou o Lula sobretaxasse os pobres. Mas o Bethlem tá lá, eleito.
Tinha o Itagiba também, cujo slogan era “Vote contra ladrão / Vote contra corrupto”, mas ele tinha problemas com a receita federal. Um cara desses tinha que ser idôneo. Ele ainda não foi eleito, mas dependendo do julgamento de casos ficha-suja, o quociente eleitoral pode mudar e ele acabar eleito. Amigos meus disseram que iam votar nele porque ele mata ladrão… meio idiota isso. Fora que ele deixava propaganda na rua depois das 22h, dentre outras coisas (mas essa última denúncia não conta, porque os políticos logo a descaracterizam por ela estar ligada a “cabos eleitorais” de outro candidatos).
Sabem o que acontece com a propaganda eleitoral irregular recolhida? Vai para o depósito do TRE e depois é reciclada. O dinheiro recolhido com a reciclagem então é distribuido entre os partidos políticos. Bacana né? O Rio gasta dinheiro limpando a cidade e o dinheiro volta pros próprios caras que poluiram ela. E vem os partidos dizendo que querem o melhor pra cidade… se fosse isso proibia que o dinheiro voltasse pros partidos. Começavam por isso.
A família Picciani foi campeã de propagandas irregulares. Dos candidatos a governador, o Cabral foi o campeão no Rio (óbvio). O caminho para a região serrana tava REPLETO de propagandas do governador por todos os cantos. Acho que nego votou nele sem saber que tinha outro candidato. A campanha do Gabeira apontou algumas irregularidades na campanha e Cabral lavou as mãos.
O que eu achei foda foi por o Cabral ter se elegido em primeiro turno, ele acha que o governo dele tá indo nos conformes e vai dar continuidade em políticas que ganham votos mas não são tão excelentes quanto ele anda vendendo, como as UPPs e as UPAs. Eu curto algumas coisas no governo dele, como a reestruturação financeira do Estado que permite o Rio voltar a fazer investimentos em algumas áreas ou a reestruturação da Cedae e de outros órgãos estatais, como o Detran. Mas acho as UPPs e as UPAs um arcabouço político que tem que ser só temporário, não permanente como ele tá pregando. Que a polícia vá lá, expulse ou dome o tráfico, que se coloque políticas sociais ali pra nego evitar de ir pro crime e depois migre pra outra comunidade e faça a mesma coisa.
Na real eu não sei se o Rio está se tornando um Estado policial ou se essa formação desse bando de agente para compor as UPPs só tá agindo para repor as forças que tavam em falta. Mas sei que essa pressa na formação de agente tá equivocada, porque o que se vê por aí são agentes completamente despreparados para as ruas. Fora que anda rolando os arrastões na Zona Sul e a Baixada virando (mais ainda) terra de ninguém. Aqui perto de casa voltou a ter assalto de bicicleta, em que fica um carinha circulando de bicicleta arrancando os cordões do pescoço das senhoras. E olha que tem UPP aqui do lado. Fora que o salário dos PMs continua uma porcaria, fazendo eles procurarem bicos por aí.
Cabral não pode encarar essa reeleição no primeiro turno como um cheque em branco da sociedade. UPPs e UPAs são um arcabouço político foda de se manter (talvez necessários, pois como o próprio governador disse, nenhuma política social se mantem se não houver segurança). Fora o custo financeiro, como o Bilhete Único, que o Estado banca a metade do que é gasto. Como vai rolar fiscalização de que as empresas de ônibus não tão roubando parte dessa grana? Vai ter? Esses gastos vão estar abertos? Vai ser tudo transparente?
Eu tinha mais coisa pra falar (como a REFORMA do Maracanã vai custar mais que a CONSTRUÇÃO do estádio do Corinthians?) mas se eu continuar vou ficar o dia inteiro… mas não preciso continuar o dia inteiro, eu continuo em outro post, outro dia.
Ana Pascal: [Hurt and annoyed that Harold refuses to just take the cookies and has offered to buy them] Go home Harold.
Harold Crick: Okay.
[starts for the door and realizes he's dissappointed her]
Harold Crick: Did- You made those cookies for me, didn’t you.
[She looks at him sadly]
Harold Crick: You were just trying to be nice, and I blew it.
[reaches into his briefcase and retrieves the little black book where he's tracking his comedy vs tragedy tallies, and there are a lot of marks under tragedy. Sadly]
Harold Crick: This may sound like gibberish to you, but I think I’m in a tragedy.
http://www.mediafire.com/?k6v1m55w632tru3
Depois de umas quatro versões e um bando de dúvida, taí minha OST. Acho que ficou boa, um bom resumo do que vivi e o que algumas músicas significam pra mim até agora… Segue as explicações, gas style:
1. Almir Rogério – Fuscão Preto (3:03)
Quando eu era moleque eu me amarrava nessa música. Acho que foi a primeira que eu curti, naquele LP pequeno que só tinha essa e a lado B dela. Já morava no Rio, no mesmo prédio que moro até hoje, mas no oitavo andar. Eu botava esse disco e ouvia várias vezes. Ela quase não entrou, mas aí quando lembrei dela tive que upar a coletanea de novo.
2. louis armstrong vs radiohead – what a wonderful surprise (3:15)
Também me amarrava em What a Wonderful World, com o Louis Armstrong. Nunca tive o LP dela, mas prestava muita atenção quando ouvia no rádio. Curto demais tb No Surprises do Radiohead, parava sempre pra ver o clipe na MTV. Acho que é um dos melhores clipes que tem por aí e a música é demais. Aí aproveitei e botei os dois misturados, pq ficou bacana…
3. Righteous Brothers – Unchained Melody (3:38)
Minha mãe ama essa música. Quando passou Ghost na TV ela vivia cantando pela casa e hoje em dia canta tb quando toca no rádio. É uma puta música mesmo e ninguém hoje em dia mais tem capacidade de fazer algo nesse nível. Me lembro sempre da minha mãe quando ouço. “Ooooh myyy looove, my darling… I’m hunger for your love…”
4. Cartola – Alvorada (2:42)
Meu pai acordava cedo quando moleque na roça pra ir debaixo da cachoeira e por isso ganhou o apelido de Alvorada. Acho essa uma baita história foda. Eu também acordava cedo pacas quando criança e ligava a televisão pra ouvir música (no SBT, naquela tela de cores listradas tocava várias músicas). Como ele curte um samba, associo essa música com ele.
5. Jane’s Addiction – Been Caught Stealing (3:32)
Era a época da MTV, daqueles clipes fodas tipo Give It Away, ainda quando passava no UHF, nem VHS era. Depois foi pro canal 13 acho. Era a época da MTV foda, com Beavis and Butt Head e aqueles vídeos nonsense entre os programas. Aquele homem vestido de mulher dançando entre corredores de supermercado era demais.
6. Beth Carvalho – Andança (3:54)
Meus primos sempre tocavam essa música nos almoços de sábado no Tio Marcílio ali no Humaitá. Tocavam outras também, mas essa é a única que me lembro direito. Quando não rolava almoço a gente ia pra praia, na Barra, pq não curtia a Zona Sul. Na praia da Barra a calçada dava direto na areia e tinha a placa “Bem Vindo Você está na Barra”, e na Zona Sul, tinha que descer umas escadas da calçada até a areia…
7. Joe Cocker – With a Little Help from My Friends (5:01)
Porque i get by with a little help from my friends
8. Raimundos – Selim Acústico (4:11)
Meu primo que me mostrou essa música em fita k7. Ela é um dos inícios de toda alopração e diversão musical dos anos 90…
9. Guns N’ Roses – Sweet Child O’ Mine (5:55)
No América, aqui perto de casa, antes de começar a natação, sempre tocava essa música na Rádio Cidade. Eu ficava sentado esperando a aula começar e ouvindo ela. É tipo Raimundos na alopração e diversão… + riffs
10. Alanis Morissette – Ironic (3:49)
Alanis me lembra da primeira garota que se interessou por mim. Ela curtia Alanis. Acabou que não deu muito certo mas até hoje somos amigos. Essa é a melhor música dela… suave, e vai pro esporro.
11. Caetano – Alegria, alegria (2:50)
Época do colégio, na oitava séria era fissurado numa Best Of do Caetano. Eu vou, por que não, por que não… Fiz uns amigos que trago até hoje.
12. acústicos e valvulados – Até a hora de parar (3:23)
Pelo primeiro ano do segundo grau. MTV ainda passando clipes + napster e outros programas pra baixar música. É uma música bem escrota insolente. Começo da época Loud tb…
13. Los Hermanos – Anna Júlia (3:28)
É sobre outra garota. Podia ser “Apenas mais uma de amor”, do Lulu Santos tb. Eu sofria demais por amor hehe Ela tinha namorado e eu desisti. O namorado era escroto e ela acabou se divorciando dele um ano depois que se casaram. É uma baita música.
14. Nando Reis – Por Onde Andei (4:11)
Outra garota. Foi um namoro a distancia que nao deu certo. Essa música diz coisa pra caralho. É toda aquela excitação de um casal que se gosta e se encontra.
15. Radiohead – The National Anthem (5:47)
Loud e Bunker, os únicos lugares que eu conseguia pegar mulher. Nem sempre, claro. Essa é uma das minhas favoritas dele.
16. AC/DC – Money Talks (4:19)
Foi a música que ganhei o campeonato de Air Guitar, na Loud (a segunda foto em anexo é nela, tem o João Pequeno apontando e dois amigos meus). Na primeira vez tirei quarto lugar mas eu tava muito ruim pra ir pegar o premio. Deixei de sair com uma garota mto gatinha pra tentar o campeonato e ela acabou arranjando um namorado logo depois. Na terceira vez, me chamaram pra ser jurado mas quis competir. Uma menina que conhecia os jurados me disse que eu só não ganhei pq queriam dar o campeonato pra outra pessoa, dizem.
17. The Animals – House of the Rising Sun (4:31)
Ainda bem que o Fred não usou ela. Fui pros EUA trabalhar e conheci uma galera mto doida. Um deles queria dar um nome pra nossa casa, pq ela tinha que ter um nome e sugeriu House of the Rising Sun por causa da música. Eu tava lendo um gibi chamando Invisiveis, que tem uma entidade chamada Barbelith, que parecia um Sol Nascendo. Aí concordei na hora.
18. The Verve – Bittersweet Symphony (5:56)
Numa outra casa que morei lá fora fiz um amigo foda. Trabalho trabalho e um pouco de diversão bem boa.
19. Tim Maia – Sossego (3:41)
Quando voltei da gringa eu não queria nada com nada. E Tim Maia é demais….
20. Raul Seixas – SOS (3:09)
O Raul é o meu moço do disco voador. Ele dizia que fez essa música depois que viu um disco voador, mas era mentira. A Kika Seixas contou a história verdadeira dela dia desses. O Paulo Coelho escreveu um artigo numa revista sobre discos voadores e o Raul achou do caralho. Aí convidou ele pra jantar na casa dele, pra conversarem. O Raul ficou calado o jantar inteiro e a Kika desenrolando com ele. Na hora que o jantar acabou, o Paulo Coelho indo embora sem entender nada, aí o Raul pede pra ele esperar, pega o violão e toca essa música pra ele. Aí começou a parceria que formou Gitã e várias outras musicaças dele.
Ando lendo muitos blogs de jornais, como o Freakonomics, daquele livro (com um post bem bacana que considera como seria se as pessoas pagassem pelo uso da praia), o Economix, da economia do dia-a-dia (com um post bacana sobre quanto custa morrer em NY), o Metro, sobre a cidade de Nova Iorque (curti esse texto sobre um prefeito das antigas), todos do New York Times. Tem os da Wired, os do Washington City Paper (o City Desk, sobre D.C., e o Housing Complex, sobre o lado imobiliário da cidade), e os da The Economist (como o Democracy in America). Do Guardian leio o Datablog, sobre estatísticas
Das publicações brasileiras, eu curto o Rio Antigo e o de Quadrinhos, do Jornal do Brasil. Da Revista Época, curto O Filtro, com as 10 notícias mais importantes das edições dos jornais do dia, o Faz Caber, com infográficos.
Tem o Twitter Media, que se propõe a ajudar os jornalistas usar o twitter no jornalismo, assim como esse The Journalist Guide to Twitter, do Mashable (que ainda fez o The Journalist Guide to Facebook).
As vezes confiro também o Filme B, com notícias de cinema, e já tentei emprego no Portos e Navios, revista sobre o setor portuário brasileiro. O Jornal do Turismo eu achei certo dia no Catete, quando tentei ir num centro budista, sem sucesso. Ninguem atendeu o interfone e acabei caindo num sebo ao lado. Pra quem já trabalhou com economia o Portal Exame é essencial, assim como o Jornal do Commercio, o site do Valor Econômico, o IG Economia e a parte de economia do Estadão.
Outros sites que vejo é a Agência Rio, dum conhecido do meu pai, o MTV na Rua, do jornal gratuito bacaninha da emissora paulista, a da Revista Offline, que fiquei surpreso por ter um site, o do Sidney Rezende, (com um pequeno vídeo bacaninha sobre presidiários vendo o jogo do Brasil na Copa do Mundo). Depois coloco mais…
Rocky Balboa: Let me tell you something you already know. The world ain’t all sunshine and rainbows. It is a very mean and nasty place and it will beat you to your knees and keep you there permanently if you let it. You, me, or nobody is gonna hit as hard as life. But it ain’t how hard you hit; it’s about how hard you can get hit, and keep moving forward. How much you can take, and keep moving forward. That’s how winning is done. Now, if you know what you’re worth, then go out and get what you’re worth. But you gotta be willing to take the hit, and not pointing fingers saying you ain’t where you are because of him, or her, or anybody. Cowards do that and that ain’t you. You’re better than that!
O IG, com base nos diários de um Raul adolescente e cheio de sonhos, produziu um vídeo para contar as histórias de suas primeiras namoradas, escritas pelo próprio Raul Seixas e narradas por Sylvio Passos.
To esvaziando aqui meu os meus favoritos, pra ficar algo mais administrável. Aproveito e divulgo eles caso alguém leia esse blog (acho que ninguém lê). O primeiro é o Managing the day job, para quem quer trabalhar e levar uma “vida nas artes” paralela. Depois é o 99 percent, cuja proposta é ajudar a desempacar aquele seu projeto (mas não usei nenhuma das propostas do site, to recomendando porque a Lia indicou). Depois vem o BookletCreator, que faz um livro a partir de um arquivo em PDF, bastando então só imprimir e encadernar. Você então pode passar a vendê-lo pelo CreateSpace da Amazon.com. Já vi alguns gibis pra vender ali e parece ser uma ferramenta bem bacana.
Para os religiosos, curiosos e espiritualizados tem esse site com um arquivo de áudio que não consegui baixar, que orienta na meditação. Tem um texto budista que conta sobre os quatro pensamentos que transformam a mente (o nascimento humano precioso, a impermanência, o karma, o oceano de sofrimento). Tem o DIYDharma com vários tutoriais sobre como meditar, entrevistas e textos sobre religião. Tem também a série The Elegant Universe que fala da Teoria das Supercordas e esse vídeo sobre motivação pura.