Vejam só essa série de ilustrações de jogadores famosos feita por um designer da Bósnia. É esse tipo de trabalho que muitas vezes eu sinto falta no Brasil.



E aí, quantas vezes já tocou hoje “Trem das Onze” ou “Saudosa Maloca” nos telejornais e programas de variedades? Eu adoro o Adoniran Barbosa, mas me incomoda esse lance de somente ele ser lembrado como sambista de São Paulo. Tantos outros tiveram a mesma importância que ele. Abaixo, minha pequena contribuição para que outros sambistas sejam lembrados no aniversário da cidade.
Talismã
Geraldo Filme
Germano Mathias
Toniquinho Batuqueiro
Carlão do Peruche
Osvaldinho da Cuíca
Descobri hoje que o DJ Dolores está com um projeto novo chamado Stank – em parceria com Yuri Queiroga. A ideia é misturar guitarras e beats ao fazer remixes – os primeiros são de artistas pernambucanos. Me soou um pouco datado, mas acredito muito no potencial do Dolores.
Tá ligado no passinho, né? Não? Trata-se do maior fenômeno de dança brasileira propagada via internet (pelo YouTube, na real). Ainda é um fenômeno tipicamente das periferias cariocas, mas aos poucos está chegando em outros estados. Na minha definição, é um break do século XXI, pois, além da influência da dança do hip hop, tem funk carioca, samba, dança afro e frevo misturado no passinho.
Esse aqui parece ter sido o vídeo pioneiro:
E agora, tão fazendo um documentário sobre os moleques:
Na real, ao contrário do que eu falei recentemente, o Exaltasamba não terá um novo vocalista, o grupo vai acabar. Pelo menos, durante um tempo. O próprio Péricles tem admitido em entrevistas que o grupo vai voltar.
Abaixo, o primeiro single da carreira solo do Péricles, que deve lançar seu disco ainda no primeiro semestre.

Lembrei do programa da Cláudia Assef no Vírgula.

