A Day in the Life of Neil Young
28/06/2009Neil Young e Paul McCartney; “A Day in the Life” ao vivo no Hyde Park, 2009
Aqui também tem mais, com o velho Young tocando sozinho e pirando, em apresentação na noite anterior, em Glastonbury.
A Fazenda – ou Como a Record está tentando sabotar o melhor programa da televisão brasileira
18/06/2009Acho que depois de quase três semanas, já é seguro afirmar que A Fazenda é o melhor programa da TV brasileira no momento. Infinitamente superior ao BBB, que reúne desconhecidos com a intenção de serem famosos, A Fazenda apresenta gente que é pouco ou quase nada famosa, mas que se acha muito famosa. A ponto de discutirem no ar, “ah, mas fulano não é famoso que nem a gente, ele só quer ficar na aba…”
No entanto, infelizmente, a rede Record e o diretor do programa, Rodrigo Carelli, andam fazendo um esforço sobrehumano para transformar A Fazenda no programa mais chato da TV. E para isso eles contam como o apoio do apresentador Britto Jr., que conseguiu ser uma versão piorada, mais mala e quase retardada do Pedro Bial.
O problema no. 1 de A Fazenda foi anunciado por Alexandre Frota quando o mesmo deixou a equipe criativa: falta ritmo. Além de vacilos óbvios, como não ter fechado nenhum contrato de Pay-per-View 24 horas, a equipe de edição insiste em repetir as mesmas cenas e discussões por dois, as vezes três dias seguidos. Olha, se você tem 12 pessoas sendo filmadas 24 horas por dia pra um programa diário de meia hora, é meio inadmissível perder quase 10 minutos repetindo cenas da briga de ONTEM.
Teve um episódio no fim de semana, agora não lembro se no sábado ou domingo, que foi o exemplo perfeito de tudo que o programa deve fazer e não fazer. A primeira metade foi horrível, repetindo a mesma briga três vezes, com o Britto Jr. interrompendo para explicar (desnecessariamente, claro) a mesma coisa que acabamos de ver.
Já na metade seguinte, uma aula de brilhantismo na edição, mostrando o começo de uma discussão entre o Théo e a Mirella, acho, e na sequência, as outras pessoas da casa discutindo os desdobramentos daquela mesma briga. Aí sim o programa ganhou agilidade, a edição mostrava pessoas diferentes em momentos diferentes sem perder a linha do asssunto.
Outro problema são as provas de eliminação, que claramente não são testadas antes dos programas. Na primeira eliminação, com a prova de cortar as cordas e derrubar outro participante no feno, Britto Jr. e os competidores foram pegos de surpresa pela impossibilidade de ver quem eles estavam salvando do paredão (roça é o caralho), o que o Britto tentou disfarçar dizendo que a prova era pra ser feita “às cegas”, mesmo.
Na segunda prova, do arremesso do frango no cercado, os participantes atiravam um frango de borracha num cercado com pontuação delimitada, usando um estilingue gigante. Entendeu? Aparentemente, o povo brasileiro é incapaz de compreender tamanho brilhantismo na elaboração de uma prova, porque pra cada vez que um participante assumia o estilingue, o Britto Jr. explicava tudo de novo.
Essa semana os participantes tinham que achar uma agulha no palheiro, depois subir uma torre, tocar um sino e entregar a agulha pro fazendeiro da semana. O sino foi completamente desnecessário, só servia pro Britto ficar interrompendo os outros gritando “tem que tocar o sino!”, simplesmente porque o intervalo entre alguém achar a agulha e o próximo achar também era tão grande que praticamente não havia competição na escada. Sem contar que se os três últimos já teriam que disputar uma segunda prova, porque o Britto ainda esperou o Dado Dolabella subir até o alto da torre e tocar o sino se ele já tava fora? Só pra ter que esperar ele descer pra começar a prova seguinte?
Enfim, A Fazenda só tá maneiro porque a Record conseguiu mesclar uma boa seleção de gostosas e quase-famosos para essa primeira edição. Porque, juntos, Rodrigo Carelli e Britto Jr. estão fazendo o possível pra arruinar o programa.
Viradão Carioca – destaques finais
10/06/2009Texto que acabou não indo ao ar na cobertura que fiz pro IG, então publico exclusivamente aqui.
RIO DE JANEIRO – “Disseram que foi ousadia fazer o Viradão em dois meses, mas isso é um jeito mais leve de dizer ‘pura loucura’”, afirmou Jandira Feghali, sobre a correria durante o breve tempo de produção da festa. Sucesso inesperado no Rio de Janeiro, o evento inspirado por São Paulo foi feito “à carioca”, e acabou dando muito certo. Entre as propostas adotadas para o Viradão Carioca estava a idéia de literalmente “virar” a cidade ao avesso, fazendo que artistas da Zona Norte se apresentem na Zona Sul e vice-versa, ao mesmo tempo em que misturava todo mundo no Centro e Zona Oeste.
O residente de Ramos e cronista do popular, Dicró, se apresentou para o elitizado público do Leblon, no mesmo dia em que a velha guarda do samba tocava no Arpoador, entre Ipanema e Copacabana. Pelo outro lado, Marcelo Camelo se apresentou na Praça XV entre DJ Marlboro e Martinália. O Galpão do Aplauso, em Santo Cristo, recebeu show de Tom Zé, além de jams sessions entre banda de jazz e músicos do forró, do samba e do hip hop carioca – entre eles, Dudu Nobre, que também tocou no palco principal. E duas festas tradicionais da Zona Sul, a rockeira Maldita e a malemolente Brazooka (que acontecem tradicionalmente na Casa da Matriz, em Botafogo), foram parar na Lona de Jacarepaguá.
As Lonas Culturais, aliás, foram um dos espetáculos a parte do Viradão. Com estrutura bastante decente, tornando shows de médio porte em experiências íntimas de contato com o artista, os subúrbios possuidores de Lonas Culturais receberam programação cuidadosa e criativa. A Lona de Santa Cruz foi premiada com um Tributo a Tim Maia, com Sandra de Sá, Toni Garrido e Hyldon. Já em Vista Alegre, os moradores puderam assistir ao Tributo a Wilson Simonal, com Elza Soares e Farofa Carioca, além de show de Gérson King Combo.
O centro do Rio contou com programação diversificada, trazendo desde leitura de peça no Teatro Carlos Gomes (lotado) à meia-noite, passando por Batalha de MCs e Baile Funk, até chegar em sarau de poesia e concerto homenageando Villa-Lobos. O DJ Dodô Azevedo foi outra grande atração alternativa do Viradão, se apresentando nas jukeboxes da Praça Tiradentes (ponto tradicional de prostituição no Rio), e no Planetário da Gávea – em uma psicodélica busca por OVNIs ao som de Pixies.
Entre as principais críticas feitas pela população carioca ao viradão, estavam, além da divulgação apressada e em cima da hora, a necessidade de manter os pólos culturais funcionando ao longo do ano. Enquanto a prefeitura ameaça privatizar a administração de instituições da cultura carioca, como o Teatro Municipal, o povo do Rio de Janeiro responde através da lotação esgotada das apresentações da Orquestra Sinfônica Brasileira na Igreja da Candelária. Mais uma prova de que a cultura dita “de elite” só não é massificada pelo desinteresse da prefeitura em democratizar seu acesso.
O Viradão Carioca que eu vi
10/06/2009Minha cobertura do Viradão pro Último Segundo.
SEXTA
- Jorge Mautner abre Virada Cultural do Rio
- Carlos Lyra apresenta evolução da MPB na Praça XV
- Marina Lima agita o Viradão Carioca na zona sul
- Beth Carvalho faz grande show no Viradão Carioca
SÁBADO
- Adriana Calcanhotto toca solitária no Viradão
- Encontro do samba anima Viradão Cultural do Rio
- Zelia Duncan canta sucessos no Viradão Carioca
- Blitz traz os anos 80 para o Viradão Carioca
DOMINGO
- Cordão do Boitatá e Bossacucanova animam o Rio
- Milton Nascimento conquista plateia de Bangu
Uh uh uh
9/06/2009Primeira apresentação de uma música do Racional na TV.
“Que Beleza“; Tim Maia
Van Morrison – “Veedon Fleece” [1974]
31/05/2009
“You don’t pull no punches.” O mesmo não pode ser dito de Van Morrison, que em pelo menos 3 momentos de sua carreira deixou suas emoções transparecerem acima de qualquer arranjo bem ajambrado ou dedilhado de violão histórico. O mundo inteiro conhece dois deles: a sequência de estréia Astral Weeks/Moondance, que engloba os anos de 1968 a 1970, e chutam para longe o primeiro e renegado ábum do irlandês (Blowin’ Your Mind, de 67). No entanto, poucos sabem que em mais um momento poucos anos depois, em 74, Ivan Morrison conseguiu mais uma vez fugir do blue-eyed soul, do blues e do folk britânico, para deixar o coração desaguar em letras apaixonadas e vocais sofridos. O nome do disco é Veedon Fleece.
Na canção que abre o disco, Van Morrison já implora, “fair play to you“. Exige que o ouvinte retribua na mesma intensidade de arrebatamento, “tit for tat. And I love you for that…” E assim como “Astral Weeks”, Veedon Fleece parece ter sido concebido para tocar num domingo de manhã, fazendo o dia se abrir embalado pelo som de passarinhos do outro lado da penumbra da janela, enquanto, no escuro, sentimentos que você acreditava ter esquecido reviram seu estômago com o gosto de jejum e café na boca.
Mas não é um sentimento do qual se foge, longe disso. Veedon Fleece busca a paz de espírito na inevitabilidade do acontecido; descansa sob a colcha de memórias de dias felizes, que costuram retalhos do que você é e do que você espera quando pensa na tal manhã de domingo. Não qualquer uma, aquela perfeita, em que o céu é azul só o suficiente, o calor só é quente o suficente, e a preguiça só te atrasa o suficiente. Mesmo quando em falsete desesperado, em “Who Was that Masked Man”, alerta que “When the ghost comes round at midnight / Well you both can have some fun / He can drive you mad, he can make you sad / He can keep you from the sun“, também encerra numa nota de esperança, que “no matter what they tell you, / There’s good and evil in everyone“.
The Runaway, talvez
27/05/2009Nova música do The National, ainda sem nome oficial. E eu que nunca curti a banda, fui fisgado. Uma das melodias mais bonitas de 2009 até agora.
See-Line Woman
27/05/2009Ou “Sea-Lion“, ou “C-Line”, ou “See-Lye”… Ninguém sabe ao certo, só que é uma canção folclórica do sul dos Estados Unidos. E que fica fodaça na voz da Nina Simone.
Ilustra mirabolante #2: Don’t Make me a Target
20/05/2009Carol Celta está de volta com mais uma de suas ilustras mirabolantes. Dessa vez, o hit do último disc(aç)o do Spoon, Don’t Make me a Target.
“Don’t Make me a Target”, por Carol Celta
Flaming Circus Podcast
20/05/2009Enquanto o próximo Chá das 4:20 não sai, vocês podem conferir uma versão reduzida dele no novo Flaming Circus Podcast. O Flaming Circus é um fórum criado e administrado pelo retirante moderno Alexandre Nix, e o podcast também é cria do próprio, com a participação de uma galerinha super divertida e eclética, aprontando altas confusões.
Sério, o podcast é bom mesmo, não só a minha parte, hehehehe. Participam também os amigos Pedro Giglio, Bresslau, Nicolau, e claro, Nix. Confiram.
Ilustras Mirabolantes de Carol Celta
4/05/2009Estreamos nova seção no blog com participação de nossa ilustradora convidada, Carol Celta. Carol vai desenhar pra gente umas músicas aê.
E ela começa com “(Sittin’ on) The dock of the bay“, clássico de Otis Redding.
“Sittin’ on the dock of the bay”, por Carol Celta
Stand by Me
26/04/2009Gravado ao redor do mundo pela galera do Playing for Change. Também tem uma versão muito foda de “Bring It on Home”.
March of the Zapotec [2009]
26/04/2009
Beirut
Às vezes ser o queridinho da crítica é mais difícil que ser o queridinho do público. A cobrança dobra junto com a expectativa pelo que vem a seguir, e ao conquistar um clube tão seleto e elitizado de fãs, nada menos que genial será aceito. Os Beatles pararam de fazer shows para conceber Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band; Bob Dylan “aproveitou” um acidente de moto e se escondeu com uns hippies canadenses num casarão apelidado Big Pink, que também deu nome ao disco de estréia de uma tal The Band; e até o Radiohead, depois de se consagrar como a banda mais criativa de seu tempo em Ok Computer, precisou chutar tudo pro alto com o trabalhoso Kid A.
O Beirut alçou o posto de queridinho da crítica em 2007, ao lançar o álbum The Flying Club Cup. Combinando influências tanto da música cigana do leste europeu quanto do vaudeville francês e da inevitável música pop de seu tempo, o moleque genial da vez, Zach Condon, se esquivou de um monte de clichês indies para confundir rótulos em melodias aplaudidas por sua sincera beleza. Merecidos elogios foram distribuídos a seus arranjos cuidadosos e nada óbvios, e suas letras – crípticas o suficiente para permitirem milhares de interpretações, ao mesmo tempo em que capazes de sugerir todo o clima do disco. O potente grave na peculiar voz de Zach Condon faz com que as canções de Flying Club Cup soem ora como saídas de um espetáculo de teatro em Montmartre, ora como se empostadas por meia dúzia de beberrões apaixonados aos pés de um castelo na Hungria.
Mas hoje álbuns não são a mesma coisa, ninguém mais compra discos, e todo mundo tem tantos amigos no MySpace que dá pra você ficar de uma semana a uma década sem aparecer com música nova, que seus fãs ainda vão ter coisa suficiente para ouvir por aí. Ainda assim, o Beirut causou um impacto significante o suficiente para uma banda que poderia ser categorizada em World Music por qualquer ouvinte desatento. E o que vem a seguir?
Zach Condon tirou férias, cancelou shows, anunciou esgotamento físico e mental… E foi pro México gravar umas paradas com umas bandinhas de música tradicional local que tocam em funerais. Pra desanuviar, saca? E não, March of the Zapotec não é o Kid A do Beirut, nem o Sgt. Pepper ou o John Wesley Harding. É o que um moleque genial faz para dar uma desligada no cérebro, no sentido utilitário da coisa. Depois que o bebê Flying Club Cup foi criado e cuidado com atenção minuciosa a cada detalhe, arranjos escrutinados por seu compositor, instrumento por instrumento, March of the Zapotec surge de uma gestação claramente mais simples e objetiva.
Ao escolher trabalhar com bandas de música tradicional mexicana, em sua grande maioria composta por senhores de idade que começaram a tocar quando os pais de Condon ainda nem se conheciam, as possibilidades do artista foram limitadas por suas próprias escolhas. A base de suas melodias inevitavelmente seria o naipe de metais. A percussão dificilmente fugiria da batida quadrada das marchas. Ainda assim, todo o folclore e o sentimento por trás dos elementos que compõem uma banda de funeral mexicana parece irresistível para um artista que precisa eliminar suas próprias manias e cacoetes para voltar a se sentir criativo e original.
O resultado seis breves canções mais que justifica a vontade de se deixar levar de Zach. “El Zócalo” é a vinheta de meio minuto que abre o disco, como um recorte de uma banda de festa em cima de um palco de coreto. Um exemplo perfeito desses recortes de uma realidade já existente que exigem pouco ou nada do artista, além da sensibilidade. “La Llorona” e “The Akara” já lembram um pouco mais as estruturas de Flying Club Cup, como suas diferentes camadas de percussão, e os movimentos diferentes entre o estrondo do naipe de metais tocando todo junto, ou nos fragmentos de um solo de trombone ou uma virada no ukulele.
Aliás, os metais são a verdadeira voz de March of the Zapotec, já que Zach Condon soa mais e mais como parte da melodia, apenas. Sax, trombone, trompete, clarine e tuba soam mais alto que qualquer coisa em um disco que é quase um tributo ao desconhecido folclore mexicano. Eu não sei como uma orquestra tradicional de 17 músicos soa num funeral em Teotitlán del Valle, mas imagino que não seja muito diferente do que ouvimos em “On a Bayonet”. E se Zach não revolucionou a música ou chacoalhou mundinhos alternativos, através do que fica pra trás com March of the Zapotec, ele ainda pôde nos servir um aperitivo igualmente curioso e emocionante do que não devemos esperar para o próximo disco.
* O EP March of the Zapotec é distribuído lado-a-lado com Holland, EP atribuído ao alter-ego solo eletrônico vintage de Zach Condon, realpeople, que preferimos considerar uma auto-indulgência adolescente e deixá-lo de lado.
Twitter updates – 23/04
23/04/2009- céu limpo e estrelado em paracambi essa noite #
- @isabelacabral da próxima vez, apresente-se! in reply to isabelacabral #
- terminei a pauta do próximo podcast, mas não tô achando engraçada o suficiente. quase descartando tudo e começando do zero… #
- @jotadablio festival de chorinho na cidade, né? temos que prestigiar, não é todo dia… in reply to jotadablio #
- @jotadablio vi sim! e mesmo a molecada tava mandando bem… in reply to jotadablio #
- @isabelacabral de cara, lembro de “anos incríveis”, e das recentes, “true blood” in reply to isabelacabral #
- @MaGioZal valeu gran Magiô! in reply to MaGioZal #
- eu uso uma placa de som usb vagaba q tem um bug bizarro: quando eu clico em qualquer coisa no gmail, o som some; se eu faço scroll, volta. #
- @MaGioZal no usb, também. será que é esse o conflito? eu uso um laptop acer, vou tentar trocar o mouse pelo touchpad pra testar… in reply to MaGioZal #
- @MaGioZal saquei… mas o mais estranho é que só rola quando eu tô no gmail, em nenhum outro site rola isso… in reply to MaGioZal #
- sem sono… acho que vou jogar um WARzinho no http://www.gametrack.com.br [isso NÃO é um twit pago] #
- #420day é claro que nesse dia 4/20 vai ter chá das 4:20. agora só falta editar e subir… #
- feliz 4/20, grande @Ad_C #
- #420day hoje é tipo natal dos maconheiros #
- @jiguryo hoje faz mais sentido que nunca. então tá oficializado: às 4:20 pm, novo Chá das 4:20 em http://fubap.org/420 in reply to jiguryo #
- @parada existe new balance maior que 43, sim. eu calço 47, e já vi pro meu tamanho vendendo aqui – http://is.gd/twmi / http://is.gd/twmN #
- #420 nosso podcast está de volta nessa data propícia… é o terceiro Chá das 4:20 – http://fubap.org/420/2009/04/20/003/ #
- @nix já tá pautado e preparado, gravo o “cházinho” no máximo amanhã! in reply to nix #
- @yel aeeeeee, merry 420 pra você também! in reply to yel #
- tô no rio até o fim de semana, dando um tempo de roça… #
- @marcosceciliano desdém algum, roça não é pejorativo, é carinhoso in reply to marcosceciliano #
- @vitorl porque são jorge é o padroeiro extra-oficial do rio, e pra dar uma disfarçada na festa de ogum in reply to vitorl #
- @vitorl isso aí, de feriado não se deve reclamar in reply to vitorl #
Twitter updates – 16/04
16/04/2009- virado por causa de uma dor-de-ouvido das mais insuportaveis. bom feriado pra voces tambem. #
- acabei de voltar de Mendes – reza a lenda, quarto melhor clima do mundo. curto a cidade. http://www.mendes.rj.gov.br/ #
- novo blog na FUBAP – @marcio_k e seus mindprints: http://fubap.org/mindprints #
- @gaiamf esse ranking é a parada mais aleatória do mundo, aposto que tem pelo menos umas 70 cidades brasileiras no top 5, hahahaha in reply to gaiamf #
- Arca de Noé do século XXI: Angelina Jolie e Brad Pitt pretendem adotar criança das Filipinas – http://is.gd/s7KH – virou palhaçada, já #
- tô em horário de vigia noturno: dormi às 16h pra acordar a 1h da manhã. não, não foi de propósito. #
- site foda pra quem usa o iutub de rádio online – http://www.justhearit.com/ #
- @guiwerneck boa sorte aí, e felicidades! in reply to guiwerneck #
- RT @thaisaragao: Divulgado relatório da CPI do ECAD: http://is.gd/swZn – “entidade que segue os caminhos da falta de ética e desonestidade” #
- ainda há esperança para a humanidade. página mais lida da wikipedia nos últimos 30 dias: The Beatles – de acordo com o http://wikirank.com/ #
- @arnaldobranco @evauviedo já dizia o rafaspol, “agnóstico é o ateu com medo de ir pro inferno” #

