Posts Tagged ‘entrevista’

Posted by failman at 7 April 2009

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nem tou torcendo contra, pelo contrário. só não acredito que isto vá vender:

boa sorte!

quem não se lembra da indrema e do phantom?

mais consoles fantasmas.

Posted by failman at 30 March 2009

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li a entrevista procurando novidades técnicas neste nivel:

o chrome é um instrumento da google para saber quais sites você visita, porém e além disso, deu um grande pulo num aspecto:

    cada aba é um processo isolado

por mais que isso prejudique o desempenho em máquinas mais pobres (exige mais memória), é a solução que, a partir daqui, vai ser definitiva (até aparecer uma melhor, óbvio), pois qualquer computador decente da atualidade de hoje dos dias de ultimamente segura a bronca tranquilamente em relação a isso.

não tendo isso hoje, o firefox poderia correr atrás por mais complexo que seja, até com um prazo maior para desenvolver, e lançar uma versão com essa inovação daqui um tempo, podendo inclusive manter a versão nos moldes da de hoje pra máquinas ‘piores’.

acho que é o mais inteligente a ser feito.

os ‘avanços’ das áreas de laboratório são válidas e necessárias para testar idéias, tecnologias incipientes, desde que não se misturem e/ou atrasem avanços técnicos latentes.

não estou dizendo que é o que acontece aqui, mas se o lance multiprocess não é do escopo do Chief Innovation Officer, espero que seja do CTO.

Posted by failman at 22 March 2009

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gilmar mendes

Carta aberta aos jornalistas do Brasil
Leandro Fortes

No dia 11 de março de 2009, fui convidado pelo jornalista Paulo José Cunha, da TV Câmara, para participar do programa intitulado Comitê de Imprensa (…) O tema do programa, naquele dia, era a reportagem da revista Veja, do fim de semana anterior (…) Durante a gravação (…) discutimos abertamente questões relativas à Operação Satiagraha, à CPI das Escutas Telefônicas Ilegais, às ações contra Protógenes Queiroz e, é claro, ao grampo telefônico – de áudio nunca revelado – envolvendo o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Em particular, discordei da tese de contaminação da Satiagraha por conta da participação de agentes da Abin e citei o fato de estar sendo processado por Gilmar Mendes por ter denunciado, nas páginas da revista CartaCapital, os muitos negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade do ministro, farto de contratos sem licitação firmados com órgãos públicos e construído com recursos do Banco do Brasil sobre um terreno comprado ao governo do Distrito Federal, à época do governador Joaquim Roriz, com 80% de desconto.

(…)

Qual foi minha surpresa ao ser informado por alguns colegas, na quarta-feira passada, dia 18 de março, exatamente quando completei 43 anos (23 dos quais dedicados ao jornalismo), que o link para o programa havia sido retirado da internet, sem que me fosse dada nenhuma explicação. Aliás, nem a mim, nem aos contribuintes e cidadãos brasileiros. Apurar o evento, contudo, não foi muito difícil: irritado com o teor do programa, o ministro Gilmar Mendes telefonou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, do PMDB de São Paulo, e pediu a retirada do conteúdo da página da internet e a suspensão da veiculação na grade da TV Câmara. O pedido de Mendes foi prontamente atendido.

Sem levar em conta o ridículo da situação (o programa já havia sido veiculado seis vezes pela TV Câmara, além de visto e baixado por milhares de internautas), esse episódio revela um estado de coisas que transcende, a meu ver, a discussão pura e simples dos limites de atuação do ministro Gilmar Mendes. Diante desta submissão inexplicável do presidente da Câmara dos Deputados e, por extensão, do Poder Legislativo, às vontades do presidente do STF, cabe a todos nós, jornalistas, refletir sobre os nossos próprios limites. Na semana passada, diante de um questionamento feito por um jornalista do Acre sobre a posição contrária do ministro em relação ao MST, Mendes voltou-se furioso para o repórter e disparou: “Tome cuidado ao fazer esse tipo de pergunta”. Como assim? Que perguntas podem ser feitas ao ministro Gilmar Mendes?

gilmar mendes

Posted by failman at 21 October 2008

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VideoGamer sat down with Randy Stude, president of the PC Gaming Alliance, to talk about the state of piracy and DRM in today’s gaming industry. He suggests that many game studios have themselves to blame for leaks and pre-launch piracy by not integrating their protection measures earlier in the development process. He mentions that some companies, such as Blizzard and Valve, have worked out anti-piracy schemes that generate much less of a backlash than occurred for Spore. Stude also has harsh words for companies who decline to create PC versions of their games, LucasArts in particular, saying, “LucasArts hasn’t made a good PC game in a long time. That’s my opinion. … It’s ridiculous to say that there’s not enough audience for that game … and that it falls into this enthusiast extreme category when ported over to the PC. That’s an uneducated response.”

- http://games.slashdot.org/games/08/10/21/027208.shtml

pouco mais aqui.

Posted by fred at 7 February 2008

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Entrevista pro companheiro Tag do Speakorama. AQUI, ó.