fred, leal, spoladore, rafa, kingston

don’t be evil com a cpi da pedofilia

contratado pela google, ‘jornalista’ é acusado de bisbilhotar papéis sigilosos da cpi da pedofilia:

Preso em CPI diz trabalhar para o Google

A polícia do Senado prendeu, nesta quinta (26), um jornalista acusado de ter acesso de forma ilegal a documentos sigilosos da CPI da Pedofilia. Rildson Moura foi flagrado pelo circuito de câmeras do Senado mexendo em documentos da CPI que só podem ser lidos por senadores. Abordado pela polícia da Casa, Rildson disse que era jornalista e fazia pesquisas a pedido do Google, para onde enviaria um relatório sobre o trabalho da CPI. A prisão de Rildson foi confirmada pelos assessores de Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia.

(…)

Rildson Moura é funcionário da empresa Arko Advice. No site da Arko (…) A assessoria do Google no Brasil explicou que a empresa de fato contratou a Arko para acompanhar as discussões sobre internet e legislação que ocorrem em Brasília, mas nega que Rildson tenha agido a pedido do Google.

notícia da agência câmera complementa as informações:

Google mais uma vez na mira da CPI da pedofilia

Magno Malta achou estranho o comportamento do suposto jornalista. “Acho muito chato isso”, desabafou. “A própria Google tem de se manifestar sobre isso. E ele mexendo em documentos sobre a mesa? Nunca vi nenhum jornalista vir aqui e mexer em papéis”, questionou o senado, em entrevista à Rádio Senado.

Moura estava usando um crachá da Câmara dos Deputados vencido em 2005. “Quero que ele seja identificado e que se apure a serviço de quem ele está. Quero saber por que ele estava mexendo em requerimentos da CPI, pensando que ninguém estava vendo”, afirmou Magno Malta.

À Polícia do Senado, Moura afirmou que buscava informações sobre a pauta da CPI da Pedofilia que seria votada na reunião. Ele explicou também que gravaria todas as atividades relacionadas à CPI para enviar para a direção da Google, em São Paulo. Após ser identificado e prestar esclarecimentos, ele foi liberado, mas poderá ser chamado para novas averiguações.

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